{"id":10142,"date":"2016-11-18T00:00:00","date_gmt":"2016-11-18T02:00:00","guid":{"rendered":"http:\/\/blbescoladenegocios.com.br\/blog\/ifrs-para-pequena-e-media-empresa\/"},"modified":"2026-01-13T10:41:12","modified_gmt":"2026-01-13T13:41:12","slug":"ifrs-para-pequena-e-media-empresa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blbescoladenegocios.com.br\/blog\/ifrs-para-pequena-e-media-empresa\/","title":{"rendered":"IFRS para Pequena e M\u00e9dia Empresa"},"content":{"rendered":"<p>As novas regras da Contabilidade exigem mais dos profissionais, porque elas requerem interpreta\u00e7\u00e3o. Algumas das diretrizes foram introduzidas mais recentemente pela IFRS (<em>International Financial Reporting Standard<\/em>) de n\u00ba&nbsp;9.<\/p>\n<p>Essa norma substituiu diretrizes anteriores das&nbsp;Normas Internacionais de Contabilidade, que estavam vigentes at\u00e9 julho de 2014, mas tamb\u00e9m trouxe emendas \u00e0 especifica\u00e7\u00e3o de n\u00famero 7. Essas modifica\u00e7\u00f5es afetaram especialmente as pequenas e m\u00e9dias empresas (PMEs), ainda&nbsp;que tamb\u00e9m impactem as empresas de grande porte.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, apesar de ser v\u00e1lida j\u00e1 h\u00e1 algum tempo, muitos <strong><a href=\"http:\/\/portal.blbbrasilescoladenegocios.com.br\/contador-2-0\/?utm_source=blog&amp;utm_campaign=rc_blogpost\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" class=\"broken_link\">contadores<\/a><\/strong> ainda t\u00eam d\u00favidas sobre esse regulamento. Voc\u00ea se identifica com essa dificuldade? Tem d\u00favidas sobre como adotar as melhores pr\u00e1ticas e princ\u00edpios para se encaixar a essa obrigatoriedade?<\/p>\n<p>Para responder aos seus questionamentos e mostrar tudo o que voc\u00ea precisa saber sobre esse assunto, criamos este post, que abordar\u00e1 n\u00e3o s\u00f3 a regra geral, mas tamb\u00e9m a de n\u00famero 9 e suas atualiza\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Ent\u00e3o, vamos come\u00e7ar a entender sobre as Normas Internacionais de Contabilidade?<\/p>\n<h2><strong>O que s\u00e3o IFRS?<\/strong><\/h2>\n<p>S\u00e3o <strong><a href=\"http:\/\/portal.blbbrasilescoladenegocios.com.br\/ifrs\/?utm_source=blog&amp;utm_campaign=rc_blogpost\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" class=\"broken_link\">regras internacionais<\/a><\/strong> da Contabilidade emitidas pelo&nbsp;<em>International Accounting Board&nbsp;<\/em>(IASB). Essa institui\u00e7\u00e3o tem como objetivo <strong>desenvolver normas cont\u00e1beis uniformes<\/strong> para elaborar e apresentar as demonstra\u00e7\u00f5es cont\u00e1beis.<\/p>\n<p>O objetivo do IASB \u00e9 normatizar as regras de Contabilidade em todo o mundo, permitindo a <strong>converg\u00eancia<\/strong> e auxiliando na <strong>interpreta\u00e7\u00e3o<\/strong>&nbsp;dos dados. Tudo isso contribuindo para&nbsp;a melhoria da qualidade das informa\u00e7\u00f5es&nbsp;que influenciam a tomada de decis\u00e3o.<\/p>\n<p>Essas diretrizes espec\u00edficas pronunciadas pelo IASB n\u00e3o t\u00eam como base regras espec\u00edficas, sendo baseadas em princ\u00edpios.<\/p>\n<p>A grande vantagem \u00e9 o uso de uma \u00fanica linguagem cont\u00e1bil em todo o mundo. Isso \u00e9 resultado da maturidade das rela\u00e7\u00f5es comerciais e&nbsp;sociais.<\/p>\n<h3><strong>Brasil<\/strong><\/h3>\n<p>O Brasil tamb\u00e9m participa desse processo. Por isso, em 2005, foi criado o Comit\u00ea de Pronunciamentos Cont\u00e1beis (CPC), que faz declara\u00e7\u00f5es de acordo com as Normas Internacionais de Contabilidade.<\/p>\n<p>A diferen\u00e7a \u00e9 que, antes, a Contabilidade brasileira estava voltada exclusivamente para o cen\u00e1rio do pa\u00eds. <strong>Desde 2007, especialmente, o foco principal \u00e9 o contexto mundial.<\/strong><\/p>\n<p>Essas mudan\u00e7as foram implementadas pela <strong><a href=\"http:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/_ato2007-2010\/2007\/lei\/l11638.htm?utm_source=blog&amp;utm_campaign=rc_blogpost\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Lei n. 11.638\/07<\/a><\/strong>, que especificou mudan\u00e7as para a escritura\u00e7\u00e3o e elabora\u00e7\u00e3o de demonstra\u00e7\u00f5es financeiras.<\/p>\n<p>Isso traz mais <strong>transpar\u00eancia <\/strong>\u00e0s demonstra\u00e7\u00f5es cont\u00e1beis das empresas. Al\u00e9m de haver mais reconhecimento e valoriza\u00e7\u00e3o do profissional de Contabilidade, que passou a atuar de forma mais <strong><a href=\"http:\/\/portal.blbbrasilescoladenegocios.com.br\/contabilidade-estrategica\/?utm_source=blog&amp;utm_campaign=rc_blogpost\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" class=\"broken_link\">estrat\u00e9gica<\/a><\/strong>.<\/p>\n<p>Outro ponto importante foi a separa\u00e7\u00e3o entre a contabilidade fiscal e a societ\u00e1ria.<\/p>\n<p>Nesse cen\u00e1rio, o contador passou a ajudar na tomada de decis\u00f5es relativas a&nbsp;compras, investimentos, negocia\u00e7\u00f5es, vendas, entre outras. No caso das PMEs, o contador tornou-se ainda mais importante, sendo pe\u00e7a-chave para a rotina di\u00e1ria das empresas.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/material.grupoblb.com.br\/guia-didatico-cpc-pme\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-24437\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/blbescoladenegocios.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/Ebook-Guia-didatico-sobre-CPC-para-PME.png?resize=770%2C136&#038;ssl=1\" alt=\"Ebook Guia did\u00e1tico sobre CPC para PME\" width=\"770\" height=\"136\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/blbescoladenegocios.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/Ebook-Guia-didatico-sobre-CPC-para-PME.png?w=850&amp;ssl=1 850w, https:\/\/i0.wp.com\/blbescoladenegocios.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/Ebook-Guia-didatico-sobre-CPC-para-PME.png?resize=300%2C53&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/blbescoladenegocios.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/Ebook-Guia-didatico-sobre-CPC-para-PME.png?resize=768%2C136&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/blbescoladenegocios.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/Ebook-Guia-didatico-sobre-CPC-para-PME.png?resize=24%2C4&amp;ssl=1 24w, https:\/\/i0.wp.com\/blbescoladenegocios.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/Ebook-Guia-didatico-sobre-CPC-para-PME.png?resize=36%2C6&amp;ssl=1 36w, https:\/\/i0.wp.com\/blbescoladenegocios.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/Ebook-Guia-didatico-sobre-CPC-para-PME.png?resize=48%2C8&amp;ssl=1 48w\" sizes=\"(max-width: 770px) 100vw, 770px\" data-recalc-dims=\"1\" \/><\/a><\/p>\n<h2><strong>IFRS para pequena e m\u00e9dia empresa<\/strong><\/h2>\n<p>As Normas Internacionais de Contabilidade, como j\u00e1 afirmamos, n\u00e3o s\u00e3o&nbsp;restritas a empresas de grande porte. As PMEs tamb\u00e9m devem adotar essas regras e \u00e9 importante especificar essa quest\u00e3o porque esse tipo de empresa comp\u00f5e&nbsp;a maior parte da economia brasileira.<\/p>\n<p>Segundo <strong><a href=\"https:\/\/www.sebrae.com.br\/sites\/PortalSebrae\/ufs\/mt\/noticias\/micro-e-pequenas-empresas-geram-27-do-pib-do-brasil,ad0fc70646467410VgnVCM2000003c74010aRCRD?utm_source=blog&amp;utm_campaign=rc_blogpost\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">dados do Servi\u00e7o Brasileiro de Apoio \u00e0s Micro e Pequenas Empresas (Sebrae)<\/a><\/strong>, existem aproximadamente 9 milh\u00f5es de micro e pequenas empresas no pa\u00eds. Elas respondem por 27% do Produto Interno Bruto (PIB).&nbsp;A produ\u00e7\u00e3o dessas empresas chegou a R$ 599 bilh\u00f5es.<\/p>\n<p><strong>Mas o que s\u00e3o pequenas e m\u00e9dias empresas? <\/strong>S\u00e3o aquelas que possuem faturamento anual menor que R$ 300 milh\u00f5es e um ativo total inferior a R$240 milh\u00f5es.<\/p>\n<p>As primeiras mudan\u00e7as para PMEs foram implantadas pela Lei n. 11.638\/07. Mas tamb\u00e9m foi divulgada a <strong><a href=\"http:\/\/www1.cfc.org.br\/sisweb\/sre\/detalhes_sre.aspx?Codigo=2009\/001152&amp;utm_source=blog&amp;utm_campaign=rc_blogpost\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Resolu\u00e7\u00e3o n. 1.152\/09<\/a><\/strong>, do Conselho Federal de Contabilidade (<strong><a href=\"http:\/\/portal.blbbrasilescoladenegocios.com.br\/nova-forma-de-fiscalizacao-cfc\/?utm_source=blog&amp;utm_campaign=rc_blogpost\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" class=\"broken_link\">CFC<\/a><\/strong>).<\/p>\n<p>Esses dados confirmam que \u00e9 necess\u00e1rio <strong>criar subs\u00eddios para a converg\u00eancia das PMEs<\/strong>. Por isso, foi criado o CPC PME, que assinala as regras a serem&nbsp;seguidas por essas organiza\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>A finalidade do CPC PME foi simplificar a ado\u00e7\u00e3o das normas internacionais pelas PMEs.<\/p>\n<p>Uma das principais diferen\u00e7as em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s Normas Internacionais de Contabilidade para PMEs foi a obrigatoriedade de elabora\u00e7\u00e3o da Demonstra\u00e7\u00e3o das Muta\u00e7\u00f5es do Patrim\u00f4nio L\u00edquido e da Demonstra\u00e7\u00e3o do Fluxo de Caixa, sendo que ambos os documentos devem ser acompanhados de notas explicativas.<\/p>\n<p>No entanto, voc\u00ea n\u00e3o deve encarar as novas regras como simples obriga\u00e7\u00f5es. Elas tamb\u00e9m trazem diversos benef\u00edcios \u00e0s PMEs. Veja alguns deles:<\/p>\n<h3><strong>Facilita os investimentos<\/strong><\/h3>\n<p>O primeiro benef\u00edcio que pode ser citado para as PMEs \u00e9 o econ\u00f4mico. A partir do momento em que a empresa adota as Normas Internacionais de Contabilidade, ela pode obter investimentos nacionais e at\u00e9 mesmo estrangeiros muito mais facilmente.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, a&nbsp;avalia\u00e7\u00e3o dos bens \u00e9 realizada de forma transparente e verdadeira, porque est\u00e1 baseada em&nbsp;um \u00fanico entendimento.<\/p>\n<h3><strong>Apoia a tomada de decis\u00e3o<\/strong><\/h3>\n<p>A ado\u00e7\u00e3o de regras internacionais facilita a tomada de decis\u00e3o. Isso porque os dados utilizados s\u00e3o concretos e indicam o real&nbsp;<em>status<\/em>&nbsp;financeiro da empresa, garantindo que as escolhas feitas s\u00e3o as&nbsp;mais acertadas.<\/p>\n<h3><strong>Aumenta a confiabilidade das demonstra\u00e7\u00f5es cont\u00e1beis<\/strong><\/h3>\n<p>As regras internacionais s\u00e3o criadas para trazerem mais transpar\u00eancia ao processo. O&nbsp;que faz com que investidores e credores confiem mais nos documentos que seguem essas diretrizes.<\/p>\n<p>Essa confian\u00e7a \u00e9 origin\u00e1ria da qualidade da informa\u00e7\u00e3o fornecida, da totalidade de dados disponibilizada e tamb\u00e9m da comparabilidade, j\u00e1 que empresas de um mesmo segmento econ\u00f4mico praticam as mesmas normas cont\u00e1beis.<\/p>\n<h2><strong>A legalidade dos IFRS&nbsp;<\/strong><strong>para pequena e m\u00e9dia empresa<\/strong><\/h2>\n<p>Um dos pontos de questionamento dos contadores em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 legalidade das Normas Internacionais de Contabilidade nas PMEs \u00e9 com rela\u00e7\u00e3o aos reais benef\u00edcios para esse tipo de empresa, considerando que tamb\u00e9m devem ocorrer perdas.<\/p>\n<p>Muito se fala em melhoria da qualidade da informa\u00e7\u00e3o. Mas h\u00e1 a exig\u00eancia de um custo para a regulariza\u00e7\u00e3o da implanta\u00e7\u00e3o das normas, o que pode se tornar um entrave para os pequenos e m\u00e9dios neg\u00f3cios.<\/p>\n<p>O primeiro ponto a se levar em conta nessa quest\u00e3o \u00e9 a <strong>capacita\u00e7\u00e3o dos contadores<\/strong>. Esses profissionais precisar\u00e3o se adequar ao refinamento das informa\u00e7\u00f5es ao gerar os demonstrativos e os dados cont\u00e1beis.<\/p>\n<p>Por isso, qualquer profissional que j\u00e1 esteja atuando no ramo ou que esteja em forma\u00e7\u00e3o, precisa se especializar, estudando sobre as altera\u00e7\u00f5es de sistemas, formas de escritura\u00e7\u00e3o e planos de conta.<\/p>\n<p>Ao mesmo tempo, ser\u00e1 exigida uma <strong>revis\u00e3o nos processos internos <\/strong>dos departamentos de contabilidade das empresas ou dos pr\u00f3prios escrit\u00f3rios de contabilidade.<\/p>\n<p>Essas quest\u00f5es impactam diretamente as <strong><a href=\"http:\/\/portal.blbbrasilescoladenegocios.com.br\/planejamento-estrategico-de-financas\/?utm_source=blog&amp;utm_campaign=rc_blogpost\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" class=\"broken_link\">finan\u00e7as<\/a><\/strong> das empresas, ocasionando um custo mais alto.<\/p>\n<p>Na pr\u00e1tica, muitas PMEs ainda relutam em adotar essas novas regras porque elas n\u00e3o consideram a diferen\u00e7a de faturamento entre as empresas que se enquadram como sendo de pequeno e m\u00e9dio portes.<\/p>\n<p>Por exemplo: uma padaria de bairro que tem um faturamento baixo, tem as mesmas obriga\u00e7\u00f5es que uma empresa que fatura R$ 230 milh\u00f5es. A diferen\u00e7a de estrutura e preparo dos profissionais e, inclusive, dos empreendedores \u00e9 relevante nesse&nbsp;exemplo, demonstrando um dos problemas causados pelas novas diretrizes cont\u00e1beis.<\/p>\n<p>O que ocorreu \u00e9 que muitas PMEs acabaram contratando sistemas de gest\u00e3o (como os ERPs) para se ajustarem ao novo padr\u00e3o exigido.<\/p>\n<p>Outro problema apresentado foi a <strong>reavalia\u00e7\u00e3o da vida \u00fatil dos ativos imobilizados<\/strong>. Isso requereu uma avalia\u00e7\u00e3o e um laudo t\u00e9cnicos&nbsp;que considerassem os novos valores dos ativos.<\/p>\n<p>Para que a recomenda\u00e7\u00e3o seja seguida (e os benef\u00edcios listados anteriormente atingidos), o ideal \u00e9 que a pequena e a m\u00e9dia empresa trabalhem de forma a <strong>integrar os setores administrativo e cont\u00e1bil<\/strong>.<\/p>\n<p>O resultado \u00e9 uma <strong><a href=\"http:\/\/portal.blbbrasilescoladenegocios.com.br\/erros-na-gestao-financeira\/?utm_source=blog&amp;utm_campaign=rc_blogpost\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" class=\"broken_link\">gest\u00e3o<\/a><\/strong> mais estrat\u00e9gica e que confirma o papel do contador como central na empresa. Apesar disso, a grande maioria das PMEs n\u00e3o precisa divulgar as demonstra\u00e7\u00f5es cont\u00e1beis, j\u00e1 que os dados s\u00e3o utilizados apenas internamente.<\/p>\n<p>Por fim, a&nbsp;Receita Federal do Brasil (RFB) reconhece&nbsp;as novas diretrizes internacionais. No entanto, exige que as PMEs e tamb\u00e9m as demais empresas&nbsp;realizem ajustes para n\u00e3o haver impactos nos c\u00e1lculos dos seguintes impostos:<\/p>\n<ul>\n<li>Imposto de Renda Pessoa Jur\u00eddica (IRPJ);<\/li>\n<li>Contribui\u00e7\u00e3o Social sobre o Lucro L\u00edquido (CSLL);<\/li>\n<li>Programa Integra\u00e7\u00e3o Social (PIS); e<\/li>\n<li>Contribui\u00e7\u00e3o para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS).<\/li>\n<\/ul>\n<p>Dessa forma, fica evidente que existe uma obrigatoriedade legal para que PMEs adotem o novo padr\u00e3o cont\u00e1bil, pois n\u00e3o existe outro padr\u00e3o a ser considerado no Brasil. Com isso, o resultado \u00e9 uma uma melhor aceita\u00e7\u00e3o do mercado, especialmente no caso de empresas que est\u00e3o buscando financiamentos de longo prazo.<\/p>\n<h2><strong>A import\u00e2ncia da defini\u00e7\u00e3o de modelos para IFRS<\/strong><\/h2>\n<p>Como j\u00e1 foi poss\u00edvel perceber, a interpreta\u00e7\u00e3o cont\u00e1bil n\u00e3o possui apenas uma vertente. E&nbsp;isso n\u00e3o ocorreu somente no Brasil.<\/p>\n<p>No mundo havia os modelos chamados&nbsp;<em>code law<\/em>&nbsp;e&nbsp;<em>common law<\/em>. O Brasil participava do&nbsp;<em>code law<\/em>, que tinha uma preocupa\u00e7\u00e3o maior com as quest\u00f5es legais. Por isso, seus principais usu\u00e1rios eram o governo e os credores. Esse tipo de contabilidade tamb\u00e9m pode ser chamada de pr\u00f3-fisco.<\/p>\n<p>J\u00e1 o&nbsp;<em>common law<\/em>&nbsp;\u00e9 bastante diferente, sendo que seus principais adeptos s\u00e3o pa\u00edses europeus. Nesse caso, a predomin\u00e2ncia \u00e9 da ess\u00eancia sobre a forma, ou seja, cabe mais interpreta\u00e7\u00e3o, sendo que a lei n\u00e3o \u00e9 encarada como algo fechado.<\/p>\n<p>Nesse contexto surgiram&nbsp;as Normas Internacionais de Contabilidade, sendo que a primeira foi publicada em 2003. No entanto, o Brasil ainda relutava a aceitar esse modelo, optando por ficar com o padr\u00e3o americano.<\/p>\n<p>Isso ocorria principalmente devido a dois fatores: o modelo americano era&nbsp;mais adequado \u00e0 realidade do pa\u00eds e as grandes empresas apresentavam suas demonstra\u00e7\u00f5es cont\u00e1beis de acordo com esse formato.<\/p>\n<p>Com o tempo, ficou evidente que o padr\u00e3o americano era fr\u00e1gil, porque muitas empresas americanas se envolveram em esc\u00e2ndalos. Al\u00e9m disso, a crise da economia dos Estados Unidos levou muitos pa\u00edses a adotar as normas internacionais propostas pelos pa\u00edses europeus.<\/p>\n<p>A ado\u00e7\u00e3o das normas internacionais gerou elogios e cr\u00edticas, porque alguns contadores e especialistas da \u00e1rea consideraram dif\u00edcil a ado\u00e7\u00e3o dessas diretrizes.<\/p>\n<p>Assim, houve essa&nbsp;<strong>quebra de paradigmas<\/strong>, passando de um padr\u00e3o extremamente legal para outro que exige interpreta\u00e7\u00e3o, o que \u00e9, nas palavras do <strong><a href=\"http:\/\/www.crcpr.org.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">CFC<\/a><\/strong>, &#8220;um caminho sem volta&#8221;.<\/p>\n<p>Nesse contexto, o Brasil foi inserido no mercado globalizado e competitivo, tendo escolhido o modelo que diminu\u00eda as barreiras geogr\u00e1ficas e adotava procedimentos iguais em todos os pa\u00edses.<\/p>\n<p>Essa atitude proporciona mais aporte de capital internacional, porque as <strong>documenta\u00e7\u00f5es <\/strong>s\u00e3o vistas como mais <strong>transparentes <\/strong>e <strong>cred\u00edveis<\/strong>.<\/p>\n<p>Outro fator positivo \u00e9 a obten\u00e7\u00e3o de recursos no exterior com a aplica\u00e7\u00e3o de <strong>taxas de juros mais baixas<\/strong>, justamente pela confian\u00e7a passada pelas demonstra\u00e7\u00f5es financeiras nesse padr\u00e3o mundial.<\/p>\n<p>Apesar desses pontos positivos, a falta de profissionais qualificados e a resist\u00eancia de alguns segmentos colocam em xeque a exist\u00eancia desse modelo, importante para a padroniza\u00e7\u00e3o das normas cont\u00e1beis em todo o mundo.<\/p>\n<p>Atualmente, as Normas Cont\u00e1beis Internacionais s\u00e3o adotadas por 110 pa\u00edses, sendo que mais de 110 milh\u00f5es de PMEs fazem parte desse modelo.<\/p>\n<h2><strong>A norma IFRS 9<\/strong><\/h2>\n<p>Essa regra foi publicada em 2014 e trouxe diferentes mudan\u00e7as em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s normas anteriores. Ela trouxe mudan\u00e7as quanto \u00e0&nbsp;classifica\u00e7\u00e3o, contabiliza\u00e7\u00e3o e apresenta\u00e7\u00e3o das demonstra\u00e7\u00f5es financeiras.<\/p>\n<p>Mesmo tendo sido publicada h\u00e1 algum tempo, sua obrigatoriedade ficou marcada para fazer efeito a partir de 1\u00ba de janeiro de 2018. Por isso, cada pa\u00eds definiu se iria fazer a ado\u00e7\u00e3o antecipada ou aguardaria at\u00e9 2018.<\/p>\n<p>Essa lentid\u00e3o na ado\u00e7\u00e3o \u00e9 decorrente do pr\u00f3prio processo de surgimento da norma. Ela come\u00e7ou a ser discutida ainda antes da crise mundial de 2008, mas sofreu diversas altera\u00e7\u00f5es durante seu planejamento devido \u00e0 situa\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica mundial.<\/p>\n<p>Com isso, foram necess\u00e1rios aproximadamente 6 anos para que essa regra estivesse pronta para ser publicada.<\/p>\n<p>A ideia surgiu da necessidade de simplificar os relat\u00f3rios dos <strong><a href=\"http:\/\/portal.blbbrasilescoladenegocios.com.br\/ifrs-9\/?utm_source=blog&amp;utm_campaign=rc_blogpost\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" class=\"broken_link\">instrumentos financeiros<\/a><\/strong>. A partir disso, o IASB iniciou o projeto de substitui\u00e7\u00e3o da IAS 39, vigente at\u00e9 ent\u00e3o. Criando assim uma nova norma que seria elaborada em fases independentes e dedicada \u00e0 contabiliza\u00e7\u00e3o dos demonstrativos financeiros.<\/p>\n<p>Assim, o surgimento das normas internacionais seguiu&nbsp;3 fases espec\u00edficas:<\/p>\n<ul>\n<li>Defini\u00e7\u00e3o das regras de classifica\u00e7\u00e3o e mensura\u00e7\u00e3o de ativos e passivos financeiros;<\/li>\n<li>Determina\u00e7\u00e3o de uma metodologia de reconhecimento de perdas considerando o valor recuper\u00e1vel dos ativos;<\/li>\n<li>Estipula\u00e7\u00e3o de melhorias das regras cont\u00e1beis de <em>hedge<\/em>.<\/li>\n<\/ul>\n<p>No total, foram publicadas quatro vers\u00f5es dessa norma. A de 2009&nbsp;trata dos <strong>ativos financeiros.<\/strong>&nbsp;A&nbsp;de 2010 aborda os <strong>passivos financeiros<\/strong>. A&nbsp;de 2013, espec\u00edfica sobre os&nbsp;<strong><em>hedge accounting.<\/em> <\/strong>E&nbsp;a de julho de 2014, que foi a <strong>vers\u00e3o final<\/strong>.<\/p>\n<h2><strong>Principais atualiza\u00e7\u00f5es da norma<\/strong><\/h2>\n<h3><strong>Classifica\u00e7\u00e3o e mensura\u00e7\u00e3o de ativos e passivos<\/strong><\/h3>\n<p>A norma IAS 39 requer que os instrumentos financeiros sejam classificados em ativos ou passivos. Os ativos podem ser:<\/p>\n<ul>\n<li>Ativos ao valor justo mediante resultado;<\/li>\n<li>Investimentos que permanecem at\u00e9 o vencimento;<\/li>\n<li>Empr\u00e9stimos e receb\u00edveis;<\/li>\n<li>Ativos financeiros que est\u00e3o dispon\u00edveis para venda.<\/li>\n<\/ul>\n<p>J\u00e1 os passivos podem ser:<\/p>\n<ul>\n<li>Passivos ao valor justo mediante resultado;<\/li>\n<li>Passivos ao custo amortizado.<\/li>\n<\/ul>\n<p>No caso da nova norma, a de n\u00famero 9, esse processo fica muito mais simples, porque existem apenas 3 categorias de <strong><a href=\"http:\/\/portal.blbbrasilescoladenegocios.com.br\/instrumentos-financeiros\/?utm_source=blog&amp;utm_campaign=rc_blogpost\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" class=\"broken_link\">instrumentos financeiros<\/a><\/strong>:<\/p>\n<ul>\n<li>Ao custo amortizado;<\/li>\n<li>Ao valor justo por meio dos outros&nbsp;resultados abrangentes;<\/li>\n<li>Ao valor justo por meio do resultado.<\/li>\n<\/ul>\n<p>A classifica\u00e7\u00e3o deve ser feita em fun\u00e7\u00e3o do <strong>modelo de neg\u00f3cio <\/strong>da empresa. De acordo com os <strong>tipos de instrumento <\/strong>(de d\u00edvida ou patrimoniais) ou segundo as <strong>caracter\u00edsticas dos instrumentos <\/strong>financeiros.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, existem dois crit\u00e9rios-chave para estipular a classifica\u00e7\u00e3o: os modelos de neg\u00f3cios da empresa para gerir os ativos financeiros e as caracter\u00edsticas contratuais dos fluxos de caixa dos ativos.<\/p>\n<p>Os ativos do modelo de neg\u00f3cios das caracter\u00edsticas contratuais dos fluxos de caixa s\u00e3o classificados como ativos financeiros ao custo amortizado.<\/p>\n<p>J\u00e1 aqueles que s\u00e3o mais abrangentes, porque o modelo de neg\u00f3cios prev\u00ea a venda dos ativos, devem ser considerados como justo valor dos outros resultados abrangentes.<\/p>\n<p>O restante enquadra-se como justo valor por meio do resultado.<\/p>\n<h3><strong>Perda do recuper\u00e1vel de ativos financeiros<\/strong><\/h3>\n<p>No per\u00edodo de crise financeira mundial, verificou-se que o reconhecimento atrasado das perdas era um dos problemas das normas cont\u00e1beis.<\/p>\n<p>Por isso, a regra de n\u00famero 9 estipulou que as perdas aguardadas dos ativos financeiros seriam a base para defini\u00e7\u00e3o das perdas reconhecidas do valor recuper\u00e1vel dos ativos financeiros.<\/p>\n<p>Isso significa que o modelo baseado em perdas hist\u00f3ricas foi substitu\u00eddo pelo modelo que considera as <strong>perdas esperadas<\/strong>.<\/p>\n<p>A aplica\u00e7\u00e3o desse novo formato prev\u00ea:<\/p>\n<ul>\n<li>A identifica\u00e7\u00e3o das informa\u00e7\u00f5es relevantes, suport\u00e1veis e razo\u00e1veis, a fim de que pudesse ser feita uma previs\u00e3o de perda futura;<\/li>\n<li>A identifica\u00e7\u00e3o dos poss\u00edveis resultados, levando em conta a razoabilidade e a probabilidade deles;<\/li>\n<li>O valor do dinheiro no tempo.<\/li>\n<\/ul>\n<h3><strong>Contabilidade de&nbsp;<em>hedge<\/em><\/strong><\/h3>\n<p>A nova norma apresenta diferen\u00e7as para a aplica\u00e7\u00e3o de regras opcionais, sendo que \u00e9 autorizada a designa\u00e7\u00e3o de maior n\u00famero de rela\u00e7\u00f5es de&nbsp;<strong><a href=\"http:\/\/portal.blbbrasilescoladenegocios.com.br\/contabilidade-de-hedge\/?utm_source=blog&amp;utm_campaign=rc_blogpost\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" class=\"broken_link\"><em>hedge<\/em><\/a><\/strong>&nbsp;entre os itens objeto e os instrumentos.<\/p>\n<p>Nesse caso, a vantagem foi que a nova norma n\u00e3o trouxe impactos negativos \u00e0s empresas que j\u00e1 atuavam de acordo com a diretriz IAS 39.<\/p>\n<p>Os elementos que permanecem iguais s\u00e3o os seguintes:<\/p>\n<ul>\n<li>As regras cont\u00e1beis de&nbsp;<em>hedge<\/em>&nbsp;permanecem sendo opcionais;<\/li>\n<li>Os tr\u00eas modelos de contabilidade de&nbsp;<em>hedge<\/em>&nbsp;continuam sendo v\u00e1lidos: <em>hedge&nbsp;<\/em>de fluxo de caixa, de valor e de investimento l\u00edquido em unidade operacional no exterior;<\/li>\n<li>Os itens destacados como uma posi\u00e7\u00e3o protegida permanecem dessa forma;<\/li>\n<li>Os instrumentos financeiros&nbsp;que podem ser classificados como instrumentos&nbsp;de&nbsp;<em>hedge&nbsp;<\/em>permanecem dessa forma;<\/li>\n<li>As op\u00e7\u00f5es lan\u00e7adas continuam sem poder ser categorizadas como instrumentos de&nbsp;<em>hedge;<\/em><\/li>\n<li>Qualquer empresa que adote os instrumentos de&nbsp;<em>hedge&nbsp;<\/em>deve fazer sua documenta\u00e7\u00e3o formal;<\/li>\n<li>A empresa que adotar os instrumentos de&nbsp;<em>hedge<\/em>&nbsp;deve mostrar as vantagens dessa rela\u00e7\u00e3o, mas os documentos utilizados foram simplificados na nova norma;<\/li>\n<li>As diretrizes para combina\u00e7\u00e3o de instrumentos financeiros ou a&nbsp;caracteriza\u00e7\u00e3o de por\u00e7\u00f5es deles como instrumentos de&nbsp;<em>hedge<\/em>&nbsp;continuam sendo v\u00e1lidas.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Por sua vez, existem algumas modifica\u00e7\u00f5es nesse quesito, sendo as principais:<\/p>\n<ul>\n<li>Os objetivos da contabilidade de&nbsp;<em>hedge&nbsp;<\/em>est\u00e3o alinhados ao gerenciamento dos riscos financeiros e do mercado;<\/li>\n<li>As regras para designar os componentes de risco como instrumentos de&nbsp;<em>hedge<\/em>&nbsp;foram simplificadas;<\/li>\n<li>Os testes de efetividade dos&nbsp;<em>hedges<\/em>&nbsp;foram simplificados, substituindo a regra anterior por um teste prospectivo-qualitativo;<\/li>\n<li>A contabiliza\u00e7\u00e3o das estrat\u00e9gias de <em>hedge<\/em>&nbsp;foi simplificada.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Em resumo, quando se trata dos instrumentos de&nbsp;<em>hedge<\/em>, a nova diretriz <strong>apenas simplifica os procedimentos complexos <\/strong>existentes at\u00e9 ent\u00e3o. Por isso, as empresas que j\u00e1 adotam o modelo antigo n\u00e3o precisam se preocupar com as novas regras em rela\u00e7\u00e3o a esse quesito.<\/p>\n<h2><strong>Como ela auxilia nos resultados da PME?<\/strong><\/h2>\n<p>As novas Normas Internacionais de Contabilidade elevaram as&nbsp;exig\u00eancias para as empresas fazerem a presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os. Tornando-se uma ferramenta fundamental para que as PMEs <strong>se desenvolvam <\/strong>e <strong>ganhem destaque no mercado competitivo<\/strong>.<\/p>\n<p>O resultado da ado\u00e7\u00e3o dessa nova norma \u00e9 ter <strong>informa\u00e7\u00f5es mais transparentes<\/strong>, al\u00e9m de tamb\u00e9m <strong>aumentar a qualidade e a confiabilidade <\/strong>dos documentos e dos relat\u00f3rios cont\u00e1beis.<\/p>\n<p>\u00c9 importante destacar que, em 2009, foi divulgada a norma espec\u00edfica para PMEs, que tentou passar pela barreira do custo de implementa\u00e7\u00e3o e manuten\u00e7\u00e3o. Por isso, estimula o autoconhecimento da empresa, sendo que as informa\u00e7\u00f5es cont\u00e1beis servem como base para a tomada de decis\u00e3o.<\/p>\n<p>Dessa forma, os dados cont\u00e1beis firmam-se como sendo estrat\u00e9gicos. Al\u00e9m de tamb\u00e9m reduzirem o custo de capital e assimetria entre as informa\u00e7\u00f5es da empresa e dos fornecedores de capital.<\/p>\n<p>Em resumo, as Normas Internacionais de Contabilidade voltadas para PMEs permitem ter uma no\u00e7\u00e3o mais clara da posi\u00e7\u00e3o financeira e patrimonial, identificando o desempenho da empresa e os fluxos de caixa das organiza\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>As regras internacionais de Contabilidade permitiram a padroniza\u00e7\u00e3o dos dados cont\u00e1beis. Facilitando assim a gera\u00e7\u00e3o de relat\u00f3rios e permitindo que as empresas, inclusive as pequenas e m\u00e9dias, tivessem acesso mais simples a empr\u00e9stimos e financiamentos estrangeiros.<\/p>\n<p>Por\u00e9m, como as novas normas n\u00e3o s\u00e3o centradas na lei, mas sim na interpreta\u00e7\u00e3o, os contadores precisam estar <strong><a href=\"http:\/\/portal.blbbrasilescoladenegocios.com.br\/como-se-manter-atualizado\/?utm_source=blog&amp;utm_campaign=rc_blogpost\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" class=\"broken_link\">capacitados<\/a><\/strong> e habilitados, sabendo trabalhar com esses novos conceitos que se apresentam.<\/p>\n<p>A grande vantagem, mesmo que n\u00e3o haja uma obrigatoriedade, ao adotar as regras internacionais \u00e9 estar preparado para o futuro. Adequando-se \u00e0s recomenda\u00e7\u00f5es que ser\u00e3o cada vez mais cobradas.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/material.grupoblb.com.br\/a-importancia-da-contabilidade-para-os-pequenos-e-medios-empresarios\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-24430\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/blbescoladenegocios.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/Ebook-Contabilidade-para-os-pequenos-e-medios-empresarios.png?resize=770%2C136&#038;ssl=1\" alt=\"Ebook Contabilidade para os pequenos e m\u00e9dios empres\u00e1rios\" width=\"770\" height=\"136\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/blbescoladenegocios.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/Ebook-Contabilidade-para-os-pequenos-e-medios-empresarios.png?w=850&amp;ssl=1 850w, https:\/\/i0.wp.com\/blbescoladenegocios.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/Ebook-Contabilidade-para-os-pequenos-e-medios-empresarios.png?resize=300%2C53&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/blbescoladenegocios.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/Ebook-Contabilidade-para-os-pequenos-e-medios-empresarios.png?resize=768%2C136&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/blbescoladenegocios.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/Ebook-Contabilidade-para-os-pequenos-e-medios-empresarios.png?resize=24%2C4&amp;ssl=1 24w, https:\/\/i0.wp.com\/blbescoladenegocios.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/Ebook-Contabilidade-para-os-pequenos-e-medios-empresarios.png?resize=36%2C6&amp;ssl=1 36w, https:\/\/i0.wp.com\/blbescoladenegocios.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/Ebook-Contabilidade-para-os-pequenos-e-medios-empresarios.png?resize=48%2C8&amp;ssl=1 48w\" sizes=\"(max-width: 770px) 100vw, 770px\" data-recalc-dims=\"1\" \/><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As Normas Internacionais de Contabilidade n\u00e3o s\u00e3o restritas a empresas de grande porte. 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