{"id":10560,"date":"2017-10-31T00:00:00","date_gmt":"2017-10-31T02:00:00","guid":{"rendered":"http:\/\/blbescoladenegocios.com.br\/blog\/lideranca-impacta-motivacao\/"},"modified":"2025-10-28T15:18:00","modified_gmt":"2025-10-28T18:18:00","slug":"lideranca-impacta-motivacao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blbescoladenegocios.com.br\/blog\/lideranca-impacta-motivacao\/","title":{"rendered":"Como a lideran\u00e7a impacta diretamente a motiva\u00e7\u00e3o de uma equipe"},"content":{"rendered":"<p>Lideran\u00e7a e motiva\u00e7\u00e3o de equipes s\u00e3o aspectos que dependem de fatores subjetivos e da <strong>presen\u00e7a de pessoas que exer\u00e7am influ\u00eancia<\/strong>. O autor Idalberto Chiavenato define essa influ\u00eancia como a <strong>capacidade de mobilizar as caracter\u00edsticas de seus funcion\u00e1rios de forma a alcan\u00e7ar determinados objetivos<\/strong>.<\/p>\n<p>H\u00e1 diversas maneiras de se manifestar lideran\u00e7a. No entanto, o que nem sempre \u00e9 corretamente exposto ou identificado \u00e9 o conjunto de fatores que agem sobre a <strong><a href=\"http:\/\/portal.blbbrasilescoladenegocios.com.br\/7-dicas-para-melhorar-a-sua-produtividade-no-trabalho\/?utm_source=blog&amp;utm_campaign=rc_blogpost\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" class=\"broken_link\">produtividade<\/a><\/strong>.<\/p>\n<p>Isso significa que, al\u00e9m da presen\u00e7a de um l\u00edder, \u00e9 necess\u00e1rio que um profissional em posi\u00e7\u00e3o de comando saiba lidar com diversos fatores internos e externos. \u00c9 dessa rela\u00e7\u00e3o que trataremos neste texto. Boa leitura!<\/p>\n<h2><strong>Entendendo a rela\u00e7\u00e3o entre lideran\u00e7a e motiva\u00e7\u00e3o de equipes<\/strong><\/h2>\n<p>Liderar \u00e9 interpretado no contexto empresarial\/corporativo como <strong>a capacidade de um profissional tirar das pessoas o melhor rendimento que elas podem apresentar<\/strong>. Essa performance considerada ideal s\u00f3 poderia ser alcan\u00e7ada pela motiva\u00e7\u00e3o que um <strong><a href=\"http:\/\/portal.blbbrasilescoladenegocios.com.br\/como-ser-um-lider\/?utm_source=blog&amp;utm_campaign=rc_blogpost\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" class=\"broken_link\">l\u00edder<\/a><\/strong> \u00e9 capaz de injetar nas pessoas sob seu comando.<\/p>\n<p>No entanto, a experi\u00eancia mostra que liderar \u00e9 muito mais do que ser um motivador. Por exemplo, o pesquisador Paul Hersey concluiu em seus <strong><a href=\"https:\/\/psicologado.com\/atuacao\/psicologia-organizacional\/a-influencia-do-lider-na-motivacao-de-sua-equipe?utm_source=blog&amp;utm_campaign=rc_blogpost\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" class=\"broken_link\">estudos<\/a><\/strong> que <strong>ambientes de trabalho produtivos apresentam tr\u00eas elementos em harmonia: as atividades, as intera\u00e7\u00f5es e os sentimentos<\/strong>.<\/p>\n<p>Quando um deles vai mal, cria-se um efeito cascata que repercute diretamente nos outros dois. Se alguma atividade \u00e9 mal executada, as intera\u00e7\u00f5es se tornam mais tensas e os sentimentos negativos afloram.<\/p>\n<p>Por outro lado, intera\u00e7\u00f5es desastrosas entre as pessoas podem impactar negativamente a execu\u00e7\u00e3o das tarefas, gerando sentimentos como frustra\u00e7\u00e3o e sensa\u00e7\u00e3o de impot\u00eancia.<\/p>\n<p>Quando um colaborador est\u00e1 se sentindo deprimido, triste ou com raiva, as consequ\u00eancias desses sentimentos nas intera\u00e7\u00f5es podem ser muito nocivas, o que tamb\u00e9m afeta o seu desempenho profissional.<\/p>\n<p>No entanto, n\u00e3o \u00e9 apenas essa tr\u00edade de elementos que faz com que uma lideran\u00e7a seja mais ou menos eficaz. Na verdade, <strong>um l\u00edder de sucesso \u00e9 aquele capaz n\u00e3o apenas de motivar, mas tamb\u00e9m de fazer as pessoas melhorarem seus desempenhos<\/strong>.<\/p>\n<p>Essa melhora acontece quando elas passam a ver claramente o que antes poderia ser mascarado por problemas do ambiente de trabalho ou pessoais.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/material.grupoblb.com.br\/oferecer-treinamentos-empresa\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-24428\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/blbescoladenegocios.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/Ebook-Como-e-por-que-oferecer-treinamentos-na-sua-empresa.png?resize=770%2C136&#038;ssl=1\" alt=\"Ebook Como e por que oferecer treinamentos na sua empresa\" width=\"770\" height=\"136\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/blbescoladenegocios.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/Ebook-Como-e-por-que-oferecer-treinamentos-na-sua-empresa.png?w=850&amp;ssl=1 850w, https:\/\/i0.wp.com\/blbescoladenegocios.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/Ebook-Como-e-por-que-oferecer-treinamentos-na-sua-empresa.png?resize=300%2C53&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/blbescoladenegocios.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/Ebook-Como-e-por-que-oferecer-treinamentos-na-sua-empresa.png?resize=768%2C136&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/blbescoladenegocios.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/Ebook-Como-e-por-que-oferecer-treinamentos-na-sua-empresa.png?resize=24%2C4&amp;ssl=1 24w, https:\/\/i0.wp.com\/blbescoladenegocios.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/Ebook-Como-e-por-que-oferecer-treinamentos-na-sua-empresa.png?resize=36%2C6&amp;ssl=1 36w, https:\/\/i0.wp.com\/blbescoladenegocios.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/Ebook-Como-e-por-que-oferecer-treinamentos-na-sua-empresa.png?resize=48%2C8&amp;ssl=1 48w\" sizes=\"(max-width: 770px) 100vw, 770px\" data-recalc-dims=\"1\" \/><\/a><\/p>\n<h2><strong>Ajudando a encontrar raz\u00f5es para acreditar<\/strong><\/h2>\n<p>Um <strong><a href=\"https:\/\/hbr.org\/2011\/06\/how-customers-can-rally-your-troops?utm_source=blog&amp;utm_campaign=rc_blogpost\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">estudo<\/a><\/strong> conduzido pelo professor Adam Grant com funcion\u00e1rios de um call center na Universidade de Michigan mostra o quanto <strong>fatores externos podem influenciar o rendimento<\/strong>. Os funcion\u00e1rios participantes do estudo eram respons\u00e1veis por fazer liga\u00e7\u00f5es pedindo doa\u00e7\u00f5es para financiar bolsas de estudos. Depois de algum tempo, eles puderam ter contato com um dos destinat\u00e1rios das bolsas.<\/p>\n<p>Nessa ocasi\u00e3o, em que os funcion\u00e1rios envolvidos na experi\u00eancia puderam ouvir do pr\u00f3prio benefici\u00e1rio que a bolsa de estudos mudou sua vida e todos as benesses que ela possibilitou, uma mudan\u00e7a aconteceu.<\/p>\n<p><strong>Os funcion\u00e1rios perceberam o quanto seu trabalho era importante<\/strong>, e isso os motivou a continuar a trabalhar com mais aplica\u00e7\u00e3o. O resultado foi um incremento semanal da ordem de 400% nas receitas geradas por esse grupo em atividades com fins lucrativos.<\/p>\n<p>Outra experi\u00eancia similar foi levada a campo com um grupo de enfermeiros respons\u00e1veis por montar kits cir\u00fargicos para profissionais de sa\u00fade. No <strong><a href=\"http:\/\/sna.gov.it\/fileadmin\/files\/ricerca_progetti\/SNA_Bocconi\/2\/JPARTheory_2013_Belle_Leading.pdf?utm_source=blog&amp;utm_campaign=rc_blogpost\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">estudo<\/a><\/strong>, conduzido por Nicola Bell\u00e9, os profissionais que puderam conhecer as pessoas que utilizaram os kits passaram a trabalhar 64% mais minutos, com 15% menos erros do que os que n\u00e3o conheceram.<\/p>\n<p>Qual foi o papel do l\u00edder nesses casos? <strong>Mostrar aos seus subordinados, por meio de exemplos vivos, a real import\u00e2ncia e o sentido das tarefas que eles executam<\/strong>.<\/p>\n<p><strong>A motiva\u00e7\u00e3o<\/strong>, no caso, <strong>surge a partir da identifica\u00e7\u00e3o de pessoas reais sendo beneficiadas<\/strong> e n\u00e3o de reuni\u00f5es corporativas intermin\u00e1veis, exibi\u00e7\u00e3o de apresenta\u00e7\u00f5es do PowerPoint ou discursos acalorados.<\/p>\n<p>Essa clareza em expor ao empregado como o trabalho dele \u00e9 importante \u00e9 fundamental n\u00e3o apenas no decorrer do processo, mas desde a <strong><a href=\"http:\/\/portal.blbbrasilescoladenegocios.com.br\/contratacao-de-funcionarios\/?utm_source=blog&amp;utm_campaign=rc_blogpost\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" class=\"broken_link\">contrata\u00e7\u00e3o dos funcion\u00e1rios<\/a><\/strong>.<\/p>\n<h2><strong>Cuidando dos outros fatores de desempenho<\/strong><\/h2>\n<p>Al\u00e9m dos fatores externos, <strong>o desempenho das pessoas relaciona-se diretamente com suas qualifica\u00e7\u00f5es e com poss\u00edveis problemas pessoais<\/strong>.<\/p>\n<p>A <strong><a href=\"http:\/\/portal.blbbrasilescoladenegocios.com.br\/programa-de-educacao-profissional-continuada\/?utm_source=blog&amp;utm_campaign=rc_blogpost\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" class=\"broken_link\">qualifica\u00e7\u00e3o profissional<\/a><\/strong> deve ser compat\u00edvel com as atividades exercidas. Se um empregado est\u00e1 alocado em <strong>fun\u00e7\u00f5es aqu\u00e9m de suas qualifica\u00e7\u00f5es<\/strong>, uma prov\u00e1vel consequ\u00eancia disso \u00e9 a perda da motiva\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Da mesma forma, <strong>se s\u00e3o exigidos de um profissional resultados que sua qualifica\u00e7\u00e3o n\u00e3o permite alcan\u00e7ar<\/strong>, o funcion\u00e1rio n\u00e3o apenas se sente desmotivado, como tamb\u00e9m passa a ficar frustrado por se sentir incapaz de cumprir o que \u00e9 solicitado.<\/p>\n<p><strong>Problemas pessoais tamb\u00e9m devem receber de um l\u00edder a aten\u00e7\u00e3o devida<\/strong>. N\u00e3o s\u00e3o poucos os casos em que problemas financeiros, conjugais ou de sa\u00fade exercem influ\u00eancia avassaladora na piora do rendimento.<\/p>\n<p>A postura da empresa e, principalmente, de suas lideran\u00e7as, deve ser de ajudar no aspecto material, mas, acima de tudo, <strong>procurar amparar os profissionais da forma mais humana poss\u00edvel<\/strong>.<\/p>\n<h2><strong>Colocando em pr\u00e1tica as teorias sobre lideran\u00e7a<\/strong><\/h2>\n<p>A partir do momento que um l\u00edder reconhece que a motiva\u00e7\u00e3o \u00e9 algo que n\u00e3o depende s\u00f3 de suas a\u00e7\u00f5es, fica mais ajudar as pessoas a verem mais claramente o seu papel dentro de uma empresa.<\/p>\n<p>Existem diversas teorias que fornecem subs\u00eddios \u00fateis para que a lideran\u00e7a seja positiva. Muitas vezes, <strong>funcion\u00e1rios que apresentam rendimento abaixo do que se espera s\u00f3 precisam de algu\u00e9m que remova um obst\u00e1culo \u00e0s suas atividades<\/strong>. Na forma de recomenda\u00e7\u00f5es aos l\u00edderes, as principais teorias gerenciais s\u00e3o:<\/p>\n<h3><strong>Teoria do Condicionamento Operante de Skinner<\/strong><\/h3>\n<p>De acordo com essa teoria, todo comportamento desej\u00e1vel em um funcion\u00e1rio pode ser condicionado por meio de est\u00edmulos positivos. A puni\u00e7\u00e3o deve ser evitada a todo custo, uma vez que \u00e9 poss\u00edvel utilizar mecanismos que previnem o aparecimento de atitudes equivocadas ou comportamentos destrutivos.<\/p>\n<p>Cabe a um l\u00edder <strong>considerar o que pode desencadear o comportamento desejado pelo exerc\u00edcio da empatia<\/strong>. Ou seja, n\u00e3o importa o que o l\u00edder pensa, mas o que servir\u00e1 como est\u00edmulo para que erros cometidos n\u00e3o venham a se repetir ou sejam ao menos neutralizados.<\/p>\n<p>Por exemplo, uma forma de corrigir maus comportamentos \u00e9 <strong>verificar se desempenhos ruins est\u00e3o sendo recompensados e eliminar essas recompensas<\/strong>. Da mesma forma, suprimir puni\u00e7\u00f5es a bons desempenhos pode ser igualmente eficaz.<\/p>\n<p>Existe ainda a possibilidade de um l\u00edder ignorar uma boa performance sem perceber. Se esse for o caso, a medida corretiva \u00e9 <strong>reconhecer e recompensar na medida adequada<\/strong>.<\/p>\n<p>Por fim, <strong>avaliar se o exerc\u00edcio das fun\u00e7\u00f5es traz consequ\u00eancias negativas para um empregado<\/strong> \u00e9 um problema que tamb\u00e9m deve ser corrigido. Um exemplo comum nesse sentido \u00e9 a disposi\u00e7\u00e3o incorreta de m\u00f3veis, ergonomia ruim e outros fatores que possam gerar dores articulares ou desvios posturais.<\/p>\n<h3><strong>Teoria da Fixa\u00e7\u00e3o de Metas de Locke<\/strong><\/h3>\n<p>Essa \u00e9 uma teoria que j\u00e1 \u00e9 bastante aplicada no universo corporativo, mas nunca \u00e9 demais revisitar as pr\u00e1ticas que d\u00e3o certo. Segundo seus preceitos, <strong>todo funcion\u00e1rio precisa trabalhar de acordo com metas preestabelecidas<\/strong>.<\/p>\n<p>Essas metas, invariavelmente, devem ser perfeitamente traduz\u00edveis e quantificadas em n\u00fameros.<\/p>\n<p>Elas devem ter um grau de dificuldade que represente para o funcion\u00e1rio um desafio que possa ser alcan\u00e7ado. O ideal \u00e9 que ele participe do processo de cria\u00e7\u00e3o de metas, em que o l\u00edder poder\u00e1 mesclar suas propostas com as dele.<\/p>\n<p>Uma vez estipulados os objetivos, cabe \u00e0 lideran\u00e7a prover o <strong><a href=\"http:\/\/portal.blbbrasilescoladenegocios.com.br\/treinamento-de-funcionarios\/?utm_source=blog&amp;utm_campaign=rc_blogpost\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" class=\"broken_link\">treinamento<\/a><\/strong> adequado para que o empregado se sinta confiante durante o exerc\u00edcio de sua fun\u00e7\u00e3o. <strong>Mostrar confian\u00e7a em suas capacidades \u00e9 igualmente importante<\/strong>.<\/p>\n<p>O processo n\u00e3o pode ser abandonado. <strong>Fornecer feedback<\/strong> constante faz parte de um plano de metas bem-sucedido. Assim, corrigem-se a tempo poss\u00edveis erros, evitando problemas maiores e a consequente desmotiva\u00e7\u00e3o do funcion\u00e1rio envolvido.<\/p>\n<h3><strong>Teoria da Expectativa de Vroom<\/strong><\/h3>\n<p>Nessa teoria, as a\u00e7\u00f5es giram em torno da tr\u00edade metas-objetivos-resultados. <strong>A fun\u00e7\u00e3o das lideran\u00e7as \u00e9 deixar o mais claro poss\u00edvel a rela\u00e7\u00e3o direta do esfor\u00e7o do empregado com o atingimento dos objetivos<\/strong>.<\/p>\n<p>Da mesma forma, uma vez que estejam asseguradas as metas, \u00e9 papel do l\u00edder informar o funcion\u00e1rio sobre as recompensas geradas e que o alcance dos objetivos leva \u00e0 conquista de pr\u00eamios.<\/p>\n<p>Nesse contexto, \u00e9 de grande import\u00e2ncia atentar para a equidade na distribui\u00e7\u00e3o das recompensas. Ou seja, <strong>um funcion\u00e1rio n\u00e3o dever\u00e1 ser mais recompensado pela realiza\u00e7\u00e3o das mesmas tarefas que outro do mesmo n\u00edvel hier\u00e1rquico<\/strong>. Paralelamente, essas recompensas devem ser atrativas para os empregados, caso contr\u00e1rio, perder\u00e3o seu efeito estimulante.<\/p>\n<h2><strong>Avaliando o perfil da empresa e o contexto de mercado<\/strong><\/h2>\n<p>N\u00e3o se pode achar que a motiva\u00e7\u00e3o de equipes pode ser conquistada apenas pela aplica\u00e7\u00e3o de t\u00e9cnicas motivacionais \u00e0 revelia do contexto que cerca a empresa. Ser\u00e1 que numa empresa de log\u00edstica e transportes as recompensas devem ser iguais \u00e0s que seriam oferecidas numa ag\u00eancia de marketing digital?<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m \u00e9 recomend\u00e1vel ter aten\u00e7\u00e3o ao perfil demogr\u00e1fico predominante. Numa organiza\u00e7\u00e3o em que a faixa et\u00e1ria dos funcion\u00e1rios \u00e9 mais alta, as solu\u00e7\u00f5es motivacionais demandam esfor\u00e7os distintos em rela\u00e7\u00e3o a empresas mais jovens.<\/p>\n<p>A <strong><a href=\"http:\/\/portal.blbbrasilescoladenegocios.com.br\/satisfeito-com-a-carreira\/?utm_source=blog&amp;utm_campaign=rc_blogpost\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" class=\"broken_link\">satisfa\u00e7\u00e3o com a carreira<\/a><\/strong> tamb\u00e9m \u00e9 um fator de ordem subjetiva, que muitas das vezes escapa de avalia\u00e7\u00f5es baseadas estritamente em estat\u00edsticas. <strong>Conversar abertamente com os empregados sobre suas pr\u00f3prias expectativas pode ajudar a esclarecer as coisas<\/strong>.<\/p>\n<p>H\u00e1 casos, inclusive, em que nem mesmo o empregado sabe expressar o que quer para si. Portanto, <strong>lideran\u00e7a e motiva\u00e7\u00e3o de equipes s\u00e3o constitu\u00eddas de compet\u00eancias multidisciplinares<\/strong> que envolvem gest\u00e3o, estrat\u00e9gia, dados e conhecimento da psicologia humana.<\/p>\n<p>Como voc\u00ea pode ver, o tema lideran\u00e7a \u00e9 extenso e pode gerar longos debates. Compartilhe esse post nas redes sociais, siga nossas p\u00e1ginas no <strong><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/blbbrasil?utm_source=blog&amp;utm_campaign=rc_blogpost\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Facebook<\/a><\/strong> e no <strong><a href=\"https:\/\/www.linkedin.com\/company\/1126407\/?utm_source=blog&amp;utm_campaign=rc_blogpost\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">LinkedIn<\/a><\/strong> e mostre seu interesse no assunto.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Lideran\u00e7a e motiva\u00e7\u00e3o de equipes s\u00e3o aspectos que dependem de fatores subjetivos e da presen\u00e7a de pessoas que exer\u00e7am influ\u00eancia. 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