{"id":4749,"date":"2018-01-24T07:49:50","date_gmt":"2018-01-24T10:49:50","guid":{"rendered":"http:\/\/www.blbbrasil.com.br\/?p=4749"},"modified":"2025-10-02T09:57:12","modified_gmt":"2025-10-02T12:57:12","slug":"ifrs-9-instrumentos-financeiros","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blbescoladenegocios.com.br\/blog\/ifrs-9-instrumentos-financeiros\/","title":{"rendered":"IFRS 9 \u2013 Instrumentos financeiros: conceitos b\u00e1sicos"},"content":{"rendered":"\n<h2><strong>Introdu\u00e7\u00e3o \u2013 IFRS 9<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>A finalidade deste artigo \u00e9 resumir a <strong>norma internacional de contabilidade IFRS 9 \u2013 Instrumentos Financeiros<\/strong>, tratada nos seguintes pronunciamentos t\u00e9cnicos, emitidos pelo Comit\u00ea de Pronunciamentos Cont\u00e1beis (CPC):<br>\u2013 CPC 39: Apresenta\u00e7\u00e3o;<br>\u2013 CPC 40: Evidencia\u00e7\u00e3o; e<br>\u2013 CPC 48: Reconhecimento, classifica\u00e7\u00e3o, mensura\u00e7\u00e3o e contabilidade de hedge.<\/p>\n\n\n\n<p>Por se tratar de uma vis\u00e3o geral do tema, ou seja, conceitos b\u00e1sicos de instrumentos financeiros, recomendamos a leitura integral dos respectivos pronunciamentos.<\/p>\n\n\n\n<p>Com a publica\u00e7\u00e3o do CPC 48, ficam revogadas as seguintes publica\u00e7\u00f5es do CPC:<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table><tbody><tr><td><strong>Pronunciamento<\/strong><\/td><td><strong>Descri\u00e7\u00e3o do&nbsp;assunto<\/strong><\/td><\/tr><tr><td><strong>OCPC 03 <\/strong><\/td><td>Instrumentos financeiros: reconhecimento, mensura\u00e7\u00e3o e evidencia\u00e7\u00e3o.<br><em>Trata-se de um resumo dos pronunciamentos t\u00e9cnicos 38, 39 e 40<\/em><em>.<\/em><em> (Existem omiss\u00f5es, mas n\u00e3o incoer\u00eancias)<\/em><\/td><\/tr><tr><td><strong>ICPC 06 <\/strong><\/td><td>Hedge de investimento l\u00edquido em opera\u00e7\u00e3o no exterior.<\/td><\/tr><tr><td><strong>CPC 38 <\/strong><\/td><td>Reconhecimento e mensura\u00e7\u00e3o.<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<p><br>O CPC 38 N\u00c3O est\u00e1 revogado para as seguintes situa\u00e7\u00f5es:<\/p>\n\n\n\n<ul><li>Entidades que utilizam o CPC-PME;<\/li><li>Entidades que optarem pelo registro de <em>Hedge Accounting; <\/em>e<\/li><li>Entidades seguradoras que optarem por utiliz\u00e1-lo at\u00e9 1\u00b0 de janeiro de 2021.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<h2><strong>Defini\u00e7\u00f5es de instrumentos financeiros<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Para melhor entendimento deste artigo, \u00e9 de fundamental import\u00e2ncia as defini\u00e7\u00f5es abaixo a respeito dos instrumentos financeiros.<\/p>\n\n\n\n<p><strong><a href=\"http:\/\/www.blbbrasil.com.br\/artigos\/instrumentos-financeiros\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" class=\"broken_link\"><u>Instrumento financeiro<\/u><\/a><\/strong>: \u00e9 um contrato que d\u00e1 origem a um ativo financeiro, a um passivo financeiro ou a um instrumento patrimonial.<\/p>\n\n\n\n<p><u>Ativo financeiro<\/u>&nbsp;cont\u00e9m as seguintes caracter\u00edsticas:<\/p>\n\n\n\n<ul><li>Caixa;<\/li><li>Instrumento patrimonial de outra entidade. Por exemplo: investimento, participa\u00e7\u00e3o no patrim\u00f4nio l\u00edquido, tais como: a\u00e7\u00f5es, quotas, b\u00f4nus e subscri\u00e7\u00f5es de a\u00e7\u00f5es;<\/li><li>Direito contratual de receber caixa ou outro ativo financeiro de outra entidade ou de trocar ativos ou passivos financeiros com outra entidade em condi\u00e7\u00f5es potencialmente favor\u00e1veis; e<\/li><li>Contrato que pode ser liquidado em t\u00edtulos patrimoniais da pr\u00f3pria entidade.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Em resumo, um instrumento financeiro ativo n\u00e3o \u00e9 um bem de uso (como m\u00e1quina e equipamento ou im\u00f3vel) e sim um instrumento de troca.<\/p>\n\n\n\n<p><u>Passivo financeiro<\/u>&nbsp;estabelece:<\/p>\n\n\n\n<ul><li>Uma obriga\u00e7\u00e3o contratual de entregar caixa ou outro ativo financeiro a outra entidade;<\/li><li>A troca de ativos ou passivos financeiros em condi\u00e7\u00f5es que s\u00e3o potencialmente desfavor\u00e1veis; e<\/li><li>Um contrato que pode ser liquidado em a\u00e7\u00f5es da pr\u00f3pria empresa.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p><u>Instrumento patrimonial<\/u> deve obedecer duas condi\u00e7\u00f5es:<\/p>\n\n\n\n1. N\u00e3o possuir obriga\u00e7\u00e3o contratual de:\n\n\n\n<ul><li>Entregar caixa ou outro ativo financeiro \u00e0 outra entidade; e<\/li><li>Trocar ativos financeiros ou passivos financeiros com outra entidade sob condi\u00e7\u00f5es potencialmente desfavor\u00e1veis ao emissor.<\/li><\/ul>\n\n\n\n2. Se o instrumento ser\u00e1 ou poder\u00e1 ser liquidado por instrumentos patrimoniais do pr\u00f3prio emitente, \u00e9:\n\n\n\n<ul><li>Um n\u00e3o derivativo que n\u00e3o inclui obriga\u00e7\u00e3o contratual para o emitente de entregar um n\u00famero de seus pr\u00f3prios instrumentos patrimoniais; e<\/li><li>Um derivativo que ser\u00e1 liquidado pelo emitente por meio da troca de um montante fixo de caixa ou outro ativo financeiro por n\u00famero fixo de seus instrumentos patrimoniais.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Em s\u00edntese, um instrumento patrimonial n\u00e3o pode implicar em a entidade ter que entregar caixa ou outro ativo financeiro a outra entidade.<\/p>\n\n\n\n<p><u>Instrumento financeiro derivativo<\/u> possui tr\u00eas caracter\u00edsticas simult\u00e2neas:<\/p>\n\n\n\n<ul><li>Investimento inicial nulo ou muito pequeno;<\/li><li>Est\u00e1 baseado em um ou mais itens subjacentes (que n\u00e3o se manifesta, mas est\u00e1 oculto ou submetido); e<\/li><li>Ser\u00e1 liquidado por diferen\u00e7a (pelo l\u00edquido) em data futura.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<h2><strong>Mensura\u00e7\u00e3o<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Exceto as contas a receber que est\u00e3o dentro do alcance do CPC 47 (Receita de Contrato com Cliente), na mensura\u00e7\u00e3o inicial, os instrumentos financeiros devem ser mensurados pelo seu <strong><a href=\"https:\/\/blbescoladenegocios.com.br\/blog\/valor-justo\/\">valor justo<\/a><\/strong> (o que normalmente coincide com seu valor de aquisi\u00e7\u00e3o) mais os custos incorridos para a sua obten\u00e7\u00e3o ou emiss\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>A mensura\u00e7\u00e3o subsequente dos instrumentos financeiros depender\u00e1 de sua classifica\u00e7\u00e3o, conforme demonstrado abaixo.<\/p>\n\n\n\n<h2><strong>Classifica\u00e7\u00e3o subsequente dos instrumentos financeiros<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Quanto \u00e0 classifica\u00e7\u00e3o, a norma IFRS 9 simplifica a contabiliza\u00e7\u00e3o dos instrumentos financeiros e, dessa forma, cont\u00e9m tr\u00eas categorias de mensura\u00e7\u00e3o do ativo financeiro e duas para o passivo financeiro, a saber:<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img loading=\"lazy\" width=\"770\" height=\"186\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/blbescoladenegocios.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/classificacao-instrumentos-financeiros-ifrs9.jpg?resize=770%2C186&#038;ssl=1\" alt=\"Classifica\u00e7\u00e3o dos instrumentos financeiros (IFRS9)\" class=\"wp-image-19923\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/blbescoladenegocios.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/classificacao-instrumentos-financeiros-ifrs9.jpg?resize=1024%2C248&amp;ssl=1 1024w, https:\/\/i0.wp.com\/blbescoladenegocios.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/classificacao-instrumentos-financeiros-ifrs9.jpg?resize=300%2C73&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/blbescoladenegocios.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/classificacao-instrumentos-financeiros-ifrs9.jpg?resize=768%2C186&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/blbescoladenegocios.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/classificacao-instrumentos-financeiros-ifrs9.jpg?resize=24%2C6&amp;ssl=1 24w, https:\/\/i0.wp.com\/blbescoladenegocios.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/classificacao-instrumentos-financeiros-ifrs9.jpg?resize=36%2C9&amp;ssl=1 36w, https:\/\/i0.wp.com\/blbescoladenegocios.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/classificacao-instrumentos-financeiros-ifrs9.jpg?resize=48%2C12&amp;ssl=1 48w, https:\/\/i0.wp.com\/blbescoladenegocios.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/classificacao-instrumentos-financeiros-ifrs9.jpg?w=1100&amp;ssl=1 1100w\" sizes=\"(max-width: 770px) 100vw, 770px\" data-recalc-dims=\"1\" \/><\/figure>\n\n\n\n<ol><li>A classifica\u00e7\u00e3o de um <strong>ativo financeiro<\/strong> \u00e9 efetuada com base em dois crit\u00e9rios:<\/li><\/ol>\n\n\n\n<ul><li>TANTO no \u201c<u>Modelo de Neg\u00f3cios<\/u>\u201d da entidade, para o gerenciamento do ativo financeiro; QUANTO<\/li><li>Nas \u201c<u>Caracter\u00edsticas dos Fluxos de Caixas Contratuais<\/u>\u201d do ativo.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>A express\u00e3o \u201cmodelo de neg\u00f3cios\u201d refere-se \u00e0 maneira pela qual uma entidade administra seu ativo financeiro para gerar fluxos de caixa.<\/p>\n\n\n\n<p>Assim, a classifica\u00e7\u00e3o do ativo financeiro \u00e9 da seguinte forma:<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table><tbody><tr><td><strong>Categoria<\/strong><\/td><td><strong>Crit\u00e9rio para classifica\u00e7\u00e3o<\/strong><\/td><\/tr><tr><td><strong>CA<\/strong><br>Custo Amortizado<\/td><td>O modelo de neg\u00f3cios da entidade deve atender dois objetivos concomitantes, que s\u00e3o:<br>&#8211; Manter ativos com a finalidade de receber fluxos de caixas contratuais; e<br>&#8211; Os fluxos de caixas contratuais s\u00e3o, exclusivamente, Pagamentos de Principal e Juros (\u201cP&amp;J\u201d) sobre o valor do principal em aberto.<\/td><\/tr><tr><td><strong>VJM ORA<\/strong><br>Valor Justo por Meio de Outros Resultados Abrangentes<\/td><td>O modelo de neg\u00f3cios da entidade deve atender dois objetivos concomitantes, que s\u00e3o:<br>&#8211; Manter ativos <u>tanto<\/u> pelo recebimento de fluxos de caixa contratuais <u>quanto<\/u> pela <u>venda de ativos financeiros<\/u>; e<br>&#8211; Os fluxos de caixas contratuais s\u00e3o, exclusivamente, Pagamentos de Principal e Juros (\u201cP&amp;J\u201d) sobre o valor do principal em aberto.<\/td><\/tr><tr><td><strong>VJM R<\/strong><br>Valor Justo por Meio de Resultado<\/td><td>Todos os ativos financeiros que n\u00e3o atenderem aos crit\u00e9rios de classifica\u00e7\u00e3o mensurados como \u201cCA\u201d ou \u201cVJM ORA\u201d, s\u00e3o classificados como &#8220;VJM R&#8221;.<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n1. Com rela\u00e7\u00e3o aos <strong>passivos financeiros<\/strong>, eles s\u00e3o mensurados, via de regra, ao <strong>\u201ccusto amortizado\u201d<\/strong>, exceto:\n\n\n\n<ul><li>Passivos financeiros mensurados ao valor justo por meio do resultado;<\/li><li>Contratos de garantia financeira;<\/li><li>Compromissos de conceder empr\u00e9stimo com taxa de juros abaixo do mercado; e<\/li><li>Passivos financeiros que surjam quando a transfer\u00eancia do ativo financeiro n\u00e3o se qualificar para o desreconhecimento ou quando a abordagem do envolvimento continuo for aplic\u00e1vel.<\/li><\/ul>\n\n\n\n2. \u00c9 importante observar que a designa\u00e7\u00e3o de <strong>ativos e passivos<\/strong> financeiros pelo <strong>\u201cvalor justo atrav\u00e9s do resultado\u201d<\/strong> \u00e9 poss\u00edvel somente se:\n\n\n\n<ul><li>A classifica\u00e7\u00e3o nessa categoria resultar em informa\u00e7\u00f5es mais relevantes;<\/li><li>Elimina e reduz significativamente o \u201cdescasamento cont\u00e1bil\u201d relativo \u00e0 inconsist\u00eancia de mensura\u00e7\u00e3o; ou<\/li><li>Um grupo de ativos e\/ou passivos \u00e9 gerenciado com base no \u201cvalor Justo\u201d.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<h2><strong>Reclassifica\u00e7\u00e3o<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>A entidade n\u00e3o deve reclassificar qualquer passivo financeiro.<\/p>\n\n\n\n<p>A reclassifica\u00e7\u00e3o dos ativos financeiros \u00e9 permitida se a entidade mudar seu modelo de neg\u00f3cios para a gest\u00e3o desses ativos financeiros. &nbsp;Espera-se que essas altera\u00e7\u00f5es sejam pouco frequentes e ocorram, por exemplo, quando a entidade tiver adquirido, alienado ou encerrado uma linha de neg\u00f3cios.<\/p>\n\n\n\n<div role=\"main\" id=\"trilha-de-sucesso-ifrs-e-cpc-27fc8980001af3644323\"><\/div><script type=\"text\/javascript\" src=\"https:\/\/d335luupugsy2.cloudfront.net\/js\/rdstation-forms\/stable\/rdstation-forms.min.js\"><\/script><script type=\"text\/javascript\"> new RDStationForms('trilha-de-sucesso-ifrs-e-cpc-27fc8980001af3644323', 'UA-56072996-10').createForm();<\/script>\n\n\n\n<h2><strong>Redu\u00e7\u00e3o do valor recuper\u00e1vel (<em>Impairment<\/em>) dos instrumentos financeiros<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Assim como os demais ativos, a entidade deve avaliar em cada balan\u00e7o se existe prova objetiva de que um ativo financeiro ou um grupo de ativos financeiros est\u00e1 sujeito \u00e0 perda no valor recuper\u00e1vel e, consequentemente, contabilizar a perda estimada do ativo.<\/p>\n\n\n\n<p>Na norma anterior de instrumentos financeiros (IAS 39 ou CPC 38), a mensura\u00e7\u00e3o das perdas do valor recuper\u00e1vel de ativos financeiros era com base em \u201cperdas hist\u00f3ricas\u201d. Por\u00e9m, na norma atual (IFRS 9), o modelo baseia-se em \u201cperdas esperadas\u201d, que s\u00e3o definidas como: o valor presente de todas as insufici\u00eancias de caixa ao longo da vida \u201cesperada\u201d do instrumento financeiro.<\/p>\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/material.grupoblb.com.br\/teste-de-impairment\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-24441\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/blbescoladenegocios.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/Ebook-Guia-sobre-como-realizar-o-Teste-de-Impairment-CPC-01.png?resize=770%2C136&#038;ssl=1\" alt=\"Ebook Guia sobre como realizar o Teste de Impairment (CPC 01)\" width=\"770\" height=\"136\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/blbescoladenegocios.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/Ebook-Guia-sobre-como-realizar-o-Teste-de-Impairment-CPC-01.png?w=850&amp;ssl=1 850w, 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\/><\/a><\/p>\n\n\n<h2><strong>Evidencia\u00e7\u00e3o (divulga\u00e7\u00e3o)<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>As entidades devem fornecer informa\u00e7\u00f5es suficientes para que os usu\u00e1rios possam avaliar:<br>\u2013 A import\u00e2ncia na posi\u00e7\u00e3o patrimonial e a performance da entidade; e<br>\u2013 A natureza e a extens\u00e3o dos riscos oriundos das opera\u00e7\u00f5es com instrumentos financeiros e a maneira pela qual a entidade administra esses riscos.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 fundamental que esses objetivos sejam cumpridos pela pol\u00edtica de evidencia\u00e7\u00e3o da entidade.<\/p>\n\n\n\n<p>Deve-se evidenciar, no balan\u00e7o patrimonial ou em notas explicativas, o valor cont\u00e1bil das seguintes categorias de instrumentos financeiros, conforme CPC 40:<\/p>\n\n\n\n<ol><li>Ativos\/passivos financeiros mensurados pelo valor justo por meio do resultado;<\/li><li>Ativos\/passivos financeiros mensurados pelo custo amortizado; e<\/li><li>Ativos financeiros mensurados ao valor justo por meio de outros resultados abrangentes.<\/li><\/ol>\n\n\n\n<p>Para atingir o objetivo da avalia\u00e7\u00e3o da natureza e extens\u00e3o dos riscos oriundos dos instrumentos financeiros, a entidade deve realizar uma s\u00e9rie de evidencia\u00e7\u00f5es, quantitativas e qualitativas, a respeito dos riscos de cr\u00e9dito, liquidez, mercado e outros.<\/p>\n\n\n\n<p>No que tange \u00e0 an\u00e1lise de sensibilidade, a Instru\u00e7\u00e3o Normativa CVM 475\/2008 obriga as entidades a apresentarem de forma prospectiva as perdas que a entidade poder\u00e1 sofrer advindas de suas opera\u00e7\u00f5es com derivativos considerando tr\u00eas cen\u00e1rios:<\/p>\n\n\n\n<p>1\u00ba cen\u00e1rio: perdas esperadas no caso de cen\u00e1rio considerado como prov\u00e1vel;<br>2\u00ba cen\u00e1rio: a entidade deve supor uma varia\u00e7\u00e3o adversa de 25% em torno do valor estimado no cen\u00e1rio 1; e<br>3\u00ba cen\u00e1rio: situa\u00e7\u00e3o que haveria movimento adverso de 50% em rela\u00e7\u00e3o ao cen\u00e1rio original.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/br.linkedin.com\/in\/remerson-galindo-de-souza-65460735\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><strong><u>Remerson Galindo de Souza<\/u><\/strong><\/a><br>S\u00f3cio-gerente de auditoria<br>BLB Brasil Auditores e Consultores<\/p>\n\n\n\n<div role=\"main\" id=\"newsletter-c3068fadb06a9581c7b5\"><\/div><script type=\"text\/javascript\" src=\"https:\/\/d335luupugsy2.cloudfront.net\/js\/rdstation-forms\/stable\/rdstation-forms.min.js\"><\/script><script type=\"text\/javascript\"> new RDStationForms('newsletter-c3068fadb06a9581c7b5', 'UA-56072996-10').createForm();<\/script>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A finalidade deste artigo \u00e9 resumir a norma internacional de contabilidade IFRS 9 &#8211; Instrumentos Financeiros, tratada nos seguintes pronunciamentos: CPC 39, CPC 40 e CPC 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