{"id":9891,"date":"2016-05-31T00:00:00","date_gmt":"2016-05-31T03:00:00","guid":{"rendered":"http:\/\/blbescoladenegocios.com.br\/blog\/guia-basico-de-contabilidade\/"},"modified":"2024-06-13T11:57:08","modified_gmt":"2024-06-13T14:57:08","slug":"guia-basico-de-contabilidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blbescoladenegocios.com.br\/blog\/guia-basico-de-contabilidade\/","title":{"rendered":"Guia b\u00e1sico de contabilidade para n\u00e3o contadores"},"content":{"rendered":"<p>A contabilidade \u00e9 um elemento fundamental na atividade econ\u00f4mica. Em uma economia moderna e complexa como a dos dias de hoje, temos sempre que escolher entre as melhores alternativas. Para isso, criamos um guia b\u00e1sico de contabilidade para n\u00e3o contadores. Uma vez que os recursos s\u00e3o escassos e o ambiente de neg\u00f3cios \u00e9 cada vez mais competitivo, cen\u00e1rio no qual a contabilidade ser\u00e1 a principal aliada.<\/p>\n<p>Por isso, lembre-se: <strong>nenhuma empresa consegue operar bem sem uma boa gest\u00e3o financeira<\/strong>. Ent\u00e3o, sim, voc\u00ea precisa estar familiarizado com os principais conceitos ligados \u00e0 contabilidade, mesmo que voc\u00ea n\u00e3o seja contador. Saber como est\u00e3o os n\u00fameros e a situa\u00e7\u00e3o interna de sua empresa e, mais do que isso, conseguir usar as informa\u00e7\u00f5es fornecidas pelos documentos cont\u00e1beis em seu favor \u00e9 fundamental.<\/p>\n<p>Este artigo \u00e9 destinado \u00e0queles <strong>profissionais que n\u00e3o possuem conhecimentos de contabilidade, mas que gostariam de saber mais sobre o tema<\/strong>. Com o guia b\u00e1sico de contabilidade para n\u00e3o contadores\u00a0vamos fornecer uma vis\u00e3o pr\u00e1tica dos conceitos cont\u00e1beis mais fundamentais, desvendando as informa\u00e7\u00f5es como <a href=\"http:\/\/portal.blbbrasilescoladenegocios.com.br\/balanco-patrimonial-o-que-e-e-qual-sua-estrutura-3\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" class=\"broken_link\"><strong>balan\u00e7o patrimonial<\/strong><\/a>, demonstra\u00e7\u00e3o de resultados e do fluxo de caixa.<\/p>\n<p>Mostraremos e detalharemos quais s\u00e3o as pr\u00e1ticas mais comuns nesse universo e como avaliar a situa\u00e7\u00e3o financeira e patrimonial da empresa da forma mais correta.<\/p>\n<h2><strong>Guia b\u00e1sico de contabilidade para n\u00e3o contadores<\/strong><\/h2>\n<h3><strong>O que \u00e9 contabilidade?<\/strong><\/h3>\n<p>A contabilidade pode ser definida como uma <strong>ci\u00eancia que estuda a situa\u00e7\u00e3o e as varia\u00e7\u00f5es (qualitativas e quantitativas) ocorridas no conjunto de bens, direitos e obriga\u00e7\u00f5es de qualquer entidade (pessoa f\u00edsica ou jur\u00eddica)<\/strong>.<\/p>\n<p>Todas as movimenta\u00e7\u00f5es relativas a dinheiro e valores realizadas dentro de uma organiza\u00e7\u00e3o s\u00e3o registradas pela contabilidade, que resume os fatos em forma de balan\u00e7os, demonstrativos e relat\u00f3rios. Por meio desses dados s\u00e3o apresentados os resultados alcan\u00e7ados pela empresa, fornecendo uma ampla quantidade de informa\u00e7\u00f5es \u00fateis para as tomadas de decis\u00f5es em seu comando, tanto dentro quanto fora da entidade.<\/p>\n<p>Ou seja, \u00e9 por meio do trabalho da contabilidade que o dono do patrim\u00f4nio consegue <strong>controlar e planejar o futuro de seu neg\u00f3cio<\/strong>, certificando-se de que a empresa est\u00e1 de acordo com suas metas e decidindo qual provid\u00eancia tomar para atingir seus objetivos com mais efici\u00eancia.<\/p>\n<h3><strong>O que \u00e9 patrim\u00f4nio?<\/strong><\/h3>\n<p>Patrim\u00f4nio \u00e9 como \u00e9 conhecido o conjunto total de bens, direitos e obriga\u00e7\u00f5es ligados a uma pessoa f\u00edsica ou jur\u00eddica, abrangendo ao mesmo tempo tudo aquilo que se tem \u2013 bens e direitos \u2013, e tudo aquilo que se deve \u2013 obriga\u00e7\u00f5es. Analisar a situa\u00e7\u00e3o e as varia\u00e7\u00f5es no patrim\u00f4nio, bem como todos seus efeitos, \u00e9 objeto de estudo principal da contabilidade.<\/p>\n<p>Do ponto de vista da contabilidade, apenas s\u00e3o considerados direitos e obriga\u00e7\u00f5es que podem ser avaliados em algum valor mensur\u00e1vel, ou seja, que podem ser convertidos de alguma forma em moeda.<\/p>\n<p>Os bens e direitos representam a parte positiva do patrim\u00f4nio, que \u00e9 chamada de ATIVO.<\/p>\n<p>J\u00e1 as obriga\u00e7\u00f5es constituem o lado negativo do patrim\u00f4nio, denominado de PASSIVO.<\/p>\n<p><strong>Bens<\/strong>: tudo aquilo que possui valor econ\u00f4mico e que pode ser convertido em dinheiro, sendo utilizado dentro da entidade para desempenhar alguma fun\u00e7\u00e3o que v\u00e1 ao encontro do objetivo principal de seu propriet\u00e1rio.<\/p>\n<p><strong>Direitos<\/strong>: s\u00e3o os recursos que a entidade tem direito a receber, mas ainda n\u00e3o est\u00e3o sob posse da empresa. Todos s\u00e3o direitos que gerar\u00e3o fluxo de capital dentro do patrim\u00f4nio da empresa em um per\u00edodo futuro.<\/p>\n<p><strong>Obriga\u00e7\u00f5es: <\/strong>s\u00e3o os valores e d\u00edvidas a serem pagos para terceiros e fazem parte do passivo. Em uma <strong>negocia\u00e7\u00e3o<\/strong> a prazo, por exemplo, a empresa passa a ter uma obriga\u00e7\u00e3o com o fornecedor, representada por uma conta a pagar equivalente ao valor da aquisi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<h3><strong>Explicando o balan\u00e7o patrimonial<\/strong><\/h3>\n<p>O <a href=\"http:\/\/portal.blbbrasilescoladenegocios.com.br\/balanco-patrimonial-o-que-e-e-qual-sua-estrutura-3\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" class=\"broken_link\"><strong>balan\u00e7o patrimonial<\/strong><\/a> \u00e9 o resultado do levantamento de tudo que a empresa tem (dinheiro em caixa, contas a receber, im\u00f3veis, entre outros) e de tudo que a empresa deve (contas e obriga\u00e7\u00f5es a pagar), para descobrir, no final, qual \u00e9 as posi\u00e7\u00e3o da empresa naquele\u00a0momento, patrimonialmente falando.<\/p>\n<p>Por meio dele \u00e9 poss\u00edvel saber qual \u00e9 a situa\u00e7\u00e3o cont\u00e1bil, financeira e econ\u00f4mica da entidade em um determinado momento, funcionando como se fosse um retrato da empresa durante um per\u00edodo espec\u00edfico. Por essa natureza, o balan\u00e7o patrimonial \u00e9 classificado como sendo uma demonstra\u00e7\u00e3o cont\u00e1bil est\u00e1tica.<\/p>\n<h4><strong>Como fazer um balan\u00e7o patrimonial?<\/strong><\/h4>\n<p>Demonstrar um balan\u00e7o patrimonial nada mais \u00e9 do que listar todos os valores investidos e pertencentes por direito \u00e0 empresa (ativos) de um lado\u00a0e colocar todos os d\u00e9bitos e d\u00edvidas contra\u00eddas pela entidade (passivos) de outro.<\/p>\n<p>Por\u00e9m, \u00e9 importante primeiro saber as compet\u00eancias e caracter\u00edsticas dos elementos que ser\u00e3o\u00a0analisados. S\u00e3o eles:<\/p>\n<h5><strong>1. Ativos<\/strong><\/h5>\n<p>Os ativos s\u00e3o divididos em duas categorias: ativos circulantes e ativos n\u00e3o circulantes. Essa divis\u00e3o \u00e9 baseada na \u201cliquidez\u201d de cada item: quanto mais f\u00e1cil for sua circula\u00e7\u00e3o e convers\u00e3o em dinheiro, mas l\u00edquido o ativo ser\u00e1.<\/p>\n<p>Com isso, podemos dizer que est\u00e3o entre os ativos circulantes o dinheiro dispon\u00edvel\u00a0em caixa, dep\u00f3sitos em conta corrente, duplicatas e contas a receber de clientes, promiss\u00f3rias, cheques, impostos a recuperar, investimentos de curto prazo, estoques, entre outros.<\/p>\n<p>J\u00e1 entre os ativos n\u00e3o circulantes, est\u00e3o aqueles realiz\u00e1veis em longo prazo (d\u00edvidas parceladas a receber e cr\u00e9dito junto a s\u00f3cios, por exemplo), investimentos (participa\u00e7\u00f5es, cotas, a\u00e7\u00f5es e outros investimentos de longo prazo), m\u00f3veis e im\u00f3veis (terrenos, autom\u00f3veis, pr\u00e9dios, equipamentos e tudo que componha a estrutura f\u00edsica da empresa) e os <a href=\"http:\/\/portal.blbbrasilescoladenegocios.com.br\/ativo-intangivel\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" class=\"broken_link\"><strong>ativos intang\u00edveis<\/strong><\/a> (marcas, patentes, processos, pontos de venda, pesquisas e afins).<\/p>\n<h5><strong>2. Passivos<\/strong><\/h5>\n<p>Para classificar os passivos da empresa tamb\u00e9m \u00e9 utilizado o crit\u00e9rio de liquidez, semelhante ao que acontece com os ativos. A divis\u00e3o entre itens circulantes e n\u00e3o circulantes continua.<\/p>\n<p>O primeiro inclui todas as d\u00edvidas e obriga\u00e7\u00f5es a serem pagas pela empresa a credores em um prazo igual ou menor do que um ano. Por isso, est\u00e3o no passivo circulante os empr\u00e9stimos de curto prazo, as contas a pagar a fornecedores, obriga\u00e7\u00f5es, financiamentos, sal\u00e1rios de funcion\u00e1rios, sendo todos com prazo inferior a um ano.<\/p>\n<p>J\u00e1 na categoria de passivos n\u00e3o circulantes entram os valores em financiamentos de longo prazo, d\u00edvidas com fornecedores, empr\u00e9stimos, conting\u00eancias trabalhistas e todo tipo de pagamento de d\u00e9bitos planejado para ser feito em um prazo maior do que um ano.<\/p>\n<h5><strong>3. Patrim\u00f4nio l\u00edquido<\/strong><\/h5>\n<p>Ao final, o resultado mostrar\u00e1 o patrim\u00f4nio l\u00edquido, que ser\u00e1 capital social da empresa e todas suas reservas, j\u00e1 estando abatidos os preju\u00edzos acumulados e as a\u00e7\u00f5es pertencentes \u00e0 tesouraria. O patrim\u00f4nio l\u00edquido \u00e9 composto pelo capital pr\u00f3prio dos s\u00f3cios investido inicialmente na empresa, bem como quaisquer lucros reinvestidos no neg\u00f3cio, e representa o valor patrimonial\u00a0real da empresa.<\/p>\n<p>Calculando os valores do balan\u00e7o patrimonial e j\u00e1 tendo em m\u00e3os os valores dos ativos e passivos, \u00e9 f\u00e1cil chegar ao patrim\u00f4nio l\u00edquido, simplesmente subtraindo o segundo dos primeiros. Ou seja:<\/p>\n<p><strong>Ativo \u2013 Passivo = Patrim\u00f4nio l\u00edquido<\/strong><br \/>ou<br \/><strong>Ativo = (Passivo + Patrim\u00f4nio l\u00edquido)<\/strong><\/p>\n<p>Segue abaixo um exemplo resumido de um balan\u00e7o patrimonial da empresa:<\/p>\n<p><strong><u>ATIVOS<\/u><\/strong><br \/>Caixa: 11.000,00<br \/>Vendas a receber: 35.000,00<br \/>Estoque: 74.000,00<br \/>Mat\u00e9ria-prima: 20.000,00<br \/>Ve\u00edculos: 70.000,00<br \/><em><strong>TOTAL DO ATIVO: 210.000,00\u00a0<\/strong><\/em><\/p>\n<p><strong><u>PASSIVOS\u00a0<\/u><\/strong><br \/>Fornecedor 1: 4.000,00<br \/>Fornecedor 2: 4.000,00<br \/>Sal\u00e1rios a pagar: 13.000,00<br \/>Provis\u00f5es: 2.000,00<br \/><em><strong>TOTAL DO PASSIVO: 23.000,00<\/strong><\/em><\/p>\n<p><em><strong>PATRIM\u00d4NIO L\u00cdQUIDO (ATIVO \u2013 PASSIVO): 187.000,00<\/strong><\/em><\/p>\n<h3><strong>Apurando lucros e preju\u00edzos pelo Demonstrativo de Resultados<\/strong><\/h3>\n<p>A <a href=\"http:\/\/portal.blbbrasilescoladenegocios.com.br\/dre-na-contabilidade\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" class=\"broken_link\"><strong>Demonstra\u00e7\u00e3o do Resultado do Exerc\u00edcio<\/strong><\/a>, ou DRE, \u00e9 uma pe\u00e7a cont\u00e1bil que tem por objetivo detalhar a forma\u00e7\u00e3o do resultado de um exerc\u00edcio (lucro ou preju\u00edzo), por meio da compara\u00e7\u00e3o das receitas com os custos e despesas de uma empresa.<\/p>\n<p>Esse tipo de vis\u00e3o financeira oferecida pela DRE ajuda os gestores a terem uma opini\u00e3o mais realista sobre quais decis\u00f5es devem ser tomadas, levando-os a fazer provis\u00f5es mais sensatas e mostrando, por exemplo, se existe viabilidade econ\u00f4mica para determinados investimentos.<\/p>\n<p>Ela analisa o per\u00edodo estabelecido como exerc\u00edcio financeiro, definido como o tempo decorrido entre janeiro a dezembro de um ano (12 meses). Entretanto, a DRE tamb\u00e9m pode ser elaborada mensalmente para fins de controle interno, e de tr\u00eas em tr\u00eas meses para fins de controle fiscal.<\/p>\n<h4><strong>Como fazer uma DRE?<\/strong><\/h4>\n<p>O processo de defini\u00e7\u00e3o de uma DRE, assim como a ordem das informa\u00e7\u00f5es que precisam constar em seu espa\u00e7o, \u00e9 estabelecido por lei. Elas precisam seguir exatamente uma estrutura j\u00e1 pr\u00e9-estabelecida e reconhecida pelas normas de contabilidade.<\/p>\n<h4><strong>A estrutura de uma DRE<\/strong><\/h4>\n<p>Na primeira linha da demonstra\u00e7\u00e3o \u00e9 lan\u00e7ada a <u>Receita Bruta de Vendas<\/u>, ou seja, o valor de tudo que a empresa faturou durante o per\u00edodo analisado. Dessa receita s\u00e3o descontados os abatimentos, as devolu\u00e7\u00f5es de vendas, os descontos concedidos aos clientes e os impostos sobre as atividades comerciais.<\/p>\n<p>O valor resultante ser\u00e1 a <u>Receita L\u00edquida de Vendas<\/u> da empresa, da qual\u00a0\u00e9 subtra\u00eddo o custo total das mercadorias e dos servi\u00e7os vendidos.<\/p>\n<p>O resultado dessa conta ser\u00e1 chamado de <u>Lucro Bruto<\/u>, do qual\u00a0ser\u00e3o descontadas todas as despesas financeiras, operacionais, gerais e administrativas. Ao mesmo tempo s\u00e3o acrescentadas nessa parte outras receitas operacionais que a empresa possa ter tido no per\u00edodo.<\/p>\n<p>Com isso, chega-se ao <u>Lucro ou Preju\u00edzo Operacional L\u00edquido<\/u>. A\u00a0partir desse valor, ser\u00e3o deduzidos (ou acrescentados) os resultados operacionais, como despesas ou ganhos financeiros, as participa\u00e7\u00f5es de cotistas da empresa, empregados, debenturistas administradores, partes benefici\u00e1rias, entre outros.<\/p>\n<p>Com esse resultado chegamos ao <u>Lucro L\u00edquido do Exerc\u00edcio (LLE),<\/u> resultado final de toda DRE.<\/p>\n<h4><strong>Modelo exemplificativo de uma Demonstra\u00e7\u00e3o de Resultados<\/strong><\/h4>\n<p><strong>Receita Operacional Bruta<\/strong><\/p>\n<p>(-) Dedu\u00e7\u00f5es da Receita Bruta<br \/>(-) Devolu\u00e7\u00f5es de vendas<br \/>(-) Descontos sobre vendas<br \/>(-) Impostos diretos sobre vendas (ICMS, PIS\/COFINS, ISS)<br \/>(=) <strong>Receita Operacional L\u00edquida<\/strong><\/p>\n<p>(-) Custos da mercadoria vendida ou servi\u00e7os prestados<br \/>(=)<strong> Lucro Operacional Bruto <\/strong><\/p>\n<p>(-) Despesas operacionais<br \/>(-) Despesas comerciais<br \/>(-) Despesas administrativas<br \/>(+) Receitas operacionais<br \/>(=) <strong>Lucro operacional L\u00edquido<\/strong><\/p>\n<p>(-) Despesas financeiras<br \/>(-) Despesas com s\u00f3cios<br \/>(-) Despesas com participa\u00e7\u00f5es<br \/>(+) Receitas financeiras<br \/>(=) <strong>Lucro L\u00edquido do Exerc\u00edcio<\/strong><\/p>\n<h3><strong>An\u00e1lise de fluxo de caixa<\/strong><\/h3>\n<p>O fluxo de caixa, tamb\u00e9m conhecido como <em>cash flow<\/em> em ingl\u00eas<em>,\u00a0<\/em>\u00e9 uma ferramenta de gest\u00e3o que realiza o monitoramento das movimenta\u00e7\u00f5es financeiras de uma empresa\u00a0em um determinado per\u00edodo. Em outras palavras, o fluxo de caixa nada mais \u00e9 do que o controle do que entra e do que sai de dinheiro do caixa de uma empresa durante uma faixa de tempo.<\/p>\n<p>Por ser um instrumento de gest\u00e3o, recomenda-se que o fluxo de caixa seja utilizado diariamente ou at\u00e9 mesmo imediatamente ap\u00f3s qualquer movimenta\u00e7\u00e3o financeira no caixa da empresa. S\u00f3 assim ser\u00e1 poss\u00edvel ter a no\u00e7\u00e3o exata do fluxo de capital que entra e que sai de sua empresa, mantendo o neg\u00f3cio de forma mais saud\u00e1vel.<\/p>\n<h4><strong>Como fazer o fluxo de caixa da sua empresa<\/strong><\/h4>\n<p>O primeiro passo para se organizar um fluxo de caixa simples \u00e9 <strong>separar suas sa\u00eddas e entradas de dinheiro em caixa<\/strong> em algumas categorias.<\/p>\n<p>As sa\u00eddas de caixa devem ser separadas entre pagamento de fornecedores, despesas administrativas (contas diversas) e pagamentos de impostos, parcelas de d\u00edvidas e investimentos, e registradas assim que forem realizadas.<\/p>\n<p>J\u00e1 as entradas de recursos, que devem vir basicamente por meio do faturamento com vendas, devem ficar uma categoria separada, ao lado. Com isso, basta somar o valor de tudo que entra e subtrair o valor de tudo que sai de dinheiro, encontrando assim o saldo total em rela\u00e7\u00e3o ao per\u00edodo analisado. Importante lembrar que esse n\u00famero deve bater com o valor do caixa e das contas banc\u00e1rias.<\/p>\n<h3><strong>O capital de giro e sua import\u00e2ncia<\/strong><\/h3>\n<p>Capital de giro \u00e9 a <strong>quantia de dinheiro necess\u00e1ria para manter as opera\u00e7\u00f5es da empresa funcionando<\/strong>. O capital de giro necessita ser monitorado e acompanhado permanentemente, pois\u00a0est\u00e1 sempre sob o impacto das diversas mudan\u00e7as sofridas pela empresa, como redu\u00e7\u00e3o de vendas, aumento de despesas, necessidade de investimentos, aumento de custos, crescimento da inadimpl\u00eancia, entre outros.<\/p>\n<h4><strong>Calculando e controlando seu capital de giro<\/strong><\/h4>\n<p>Em primeiro lugar, \u00e9 preciso definir quais s\u00e3o os custos fixos de sua empresa durante o per\u00edodo, como pagamento de funcion\u00e1rios, impostos, aluguel, energia, entre outros.<\/p>\n<p>Depois, \u00e9 preciso contabilizar todas as contas e valores a receber. Todo tipo de pagamento deve ser inclu\u00eddo, mensalmente, inclusive o n\u00famero de parcelas em que ele ser\u00e1 pago. Voc\u00ea dever\u00e1 levar em conta tamb\u00e9m o <strong>valor m\u00e9dio de ativos guardados em estoque<\/strong>, de acordo com os meses de funcionamento da empresa.<\/p>\n<p>Com isso, o valor do capital de giro corresponder\u00e1 \u00e0 seguinte f\u00f3rmula:<\/p>\n<p>Valor das contas a receber + Valor em estoque \u2013 Valor das contas a pagar<\/p>\n<p>A diferen\u00e7a entre os custos e os ativos ser\u00e1 o seu capital de giro, e em cima dele voc\u00ea definir\u00e1 qual ser\u00e1 a quantidade de vendas de seu produto ou servi\u00e7o capaz de gerar uma receita que cubra todas essas despesas e ainda gere algum lucro suficiente.<\/p>\n<h3><strong>Precificando produtos e servi\u00e7os<\/strong><\/h3>\n<p>A precifica\u00e7\u00e3o de um produto ou servi\u00e7o a ser oferecido pela empresa deve estar, antes de tudo, situada dentro da realidade cont\u00e1bil da empresa. O valor cobrado pelo produto precisa ser <strong>suficientemente alto para proporcionar lucro para a empresa que o produz<\/strong>, mas ao mesmo tempo n\u00e3o pode ser t\u00e3o alto ao ponto de deixar de ser atrativo para os clientes e desestimular as compras.<\/p>\n<h4><strong>Determinando contabilmente o pre\u00e7o de um produto<\/strong><\/h4>\n<p>Por meio de uma an\u00e1lise dos custos de produ\u00e7\u00e3o, distribui\u00e7\u00e3o, comercializa\u00e7\u00e3o e divulga\u00e7\u00e3o do produto, \u00e9 definido o seu <em>markup<\/em>, que incluir\u00e1 a margem de lucro que se pretende atingir e ser\u00e1 adicionado ao custo prim\u00e1rio do item. Esse \u00e9 o m\u00e9todo mais b\u00e1sico para defini\u00e7\u00e3o de pre\u00e7os e, por isso, \u00e9 o mais recomendado e seguro de ser utilizado. Veja o exemplo a seguir:<\/p>\n<p>&#8211; Custo unit\u00e1rio total para se fabricar o produto = R$ 8<br \/>&#8211; Componentes de despesas da empresa:<br \/>Despesas gerais e administrativas \u00a0= 10% da receita<br \/>Comiss\u00f5es dos vendedores = 5% do pre\u00e7o de venda<br \/>Tributos incidentes sobre o pre\u00e7o de venda = 20% do pre\u00e7o de venda<br \/>Margem de lucro desejada: 5% do pre\u00e7o de venda<\/p>\n<p>Com isso, temos:<br \/>Markup = Despesas gerais + Comiss\u00f5es + Tributos + Lucro desejado = 10% + 5% + 20% + 5% =\u00a040% sobre o pre\u00e7o de venda<\/p>\n<p><strong><u>C\u00e1lculo do pre\u00e7o de venda<\/u><\/strong><\/p>\n<p>O Pre\u00e7o de Venda pode ser calculado atrav\u00e9s do Markup Divisor ou Markup Multiplicador. Na primeira alternativa ter\u00edamos os seguintes c\u00e1lculos:<\/p>\n<p>Custo do produto = R$ 8,00<br \/>Custo total de venda = 40%<br \/>MKD = (PV-CTV)\/100 = 100%-40%\/100 = 0,6<br \/><strong>Assim, PV = Pre\u00e7o de Custo\/MKD = R$ 8,00\/0,6 = R$ 13,33<\/strong><\/p>\n<p>O Markup Multiplicador confirma esses c\u00e1lculos:<br \/>MKM = 1\/MKD = 1\/0,6 = 1,666667<br \/><strong>Assim, PV = Pre\u00e7o de Custo x MKM = R$ 8,00 x 1,666667 = R$ 13,33<\/strong><\/p>\n<h3><strong>Ativos permanentes, deprecia\u00e7\u00e3o, amortiza\u00e7\u00e3o e exaust\u00e3o<\/strong><\/h3>\n<p>O grupo de contas do ativo permanente \u00e9 relacionado aos recursos aplicados em bens ou direitos de perman\u00eancia duradoura, n\u00e3o necessariamente ligados ao produto final da empresa, mas sim ao seu funcionamento e manuten\u00e7\u00e3o. Esse tipo de classifica\u00e7\u00e3o foi extinta no Brasil em 2008, passando o ativo permanente a integrar o grupo de ativo n\u00e3o circulante. O ativo permanente era formado por tipos de ativos diferentes como investimentos, ativo imobilizado, <a href=\"http:\/\/portal.blbbrasilescoladenegocios.com.br\/ativo-intangivel\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" class=\"broken_link\"><strong>ativo intang\u00edvel<\/strong><\/a> e ativo diferido.<\/p>\n<p>Ao entender o que s\u00e3o os ativos permanentes, \u00e9 necess\u00e1rio compreender tamb\u00e9m que nenhum ativo dura para sempre, e que os bens adquiridos pela empresa perdem seu valor com o passar do tempo. O tempo de vida de cada item antes de precisar ser descartado e substitu\u00eddo por um novo vai variar de acordo com v\u00e1rios fatores.<\/p>\n<p>A esse fen\u00f4meno damos o nome de deprecia\u00e7\u00e3o, amortiza\u00e7\u00e3o ou exaust\u00e3o, dependendo do tipo de ativo. Eles devem ser contabilizados nos balan\u00e7os da empresa, tendo seu valor reduzido proporcionalmente ao seu tempo de uso ainda restante. Vejamos a defini\u00e7\u00e3o dos mesmos abaixo:<\/p>\n<p><strong>Deprecia\u00e7\u00e3o:<\/strong> \u00e9 a redu\u00e7\u00e3o do valor dos ativos tang\u00edveis (f\u00edsicos) provocada pelo desgaste, tempo de uso, a\u00e7\u00e3o natural ou obsolesc\u00eancia.<\/p>\n<p>Alguns exemplos de ativos que sofrem deprecia\u00e7\u00e3o s\u00e3o: edif\u00edcios, equipamentos, m\u00f3veis, m\u00e1quinas, ve\u00edculos, im\u00f3veis, aparelhos e utens\u00edlios.<\/p>\n<p><strong>Amortiza\u00e7\u00e3o:<\/strong> \u00e9 a redu\u00e7\u00e3o do valor dos ativos intang\u00edveis (n\u00e3o f\u00edsicos)<strong>,<\/strong> seja por dura\u00e7\u00e3o de prazo limitado ou expira\u00e7\u00e3o de uso legal.<\/p>\n<p>S\u00e3o exemplos de ativos que sofrem amortiza\u00e7\u00e3o as marcas, patentes, softwares, licen\u00e7as, direitos autorais, <em>know-how<\/em>, processos e uso de tecnologias.<\/p>\n<p><strong>Exaust\u00e3o:<\/strong> trata-se da redu\u00e7\u00e3o do valor do ativo pela explora\u00e7\u00e3o de seus recursos naturais esgot\u00e1veis.<\/p>\n<p>Sofrem os efeitos da exaust\u00e3o ativos como florestas, jazidas minerais, reservas de petr\u00f3leo, campos e pastagens, planta\u00e7\u00f5es, e qualquer tipo de recurso natural que possa se esgotar ou se tornar improdutivo.<\/p>\n<h3><strong>Regimes tribut\u00e1rios<\/strong><\/h3>\n<p>Um dos elementos mais importantes para a vida de uma empresa \u00e9 sua <a href=\"http:\/\/portal.blbbrasilescoladenegocios.com.br\/contabilidade-tributaria\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" class=\"broken_link\"><strong>contabilidade tribut\u00e1ria<\/strong><\/a>. Uma op\u00e7\u00e3o mal feita nesse momento pode ocasionar o pagamento de um valor inadequado em tributos, comprometendo a sa\u00fade financeira do neg\u00f3cio, e, em situa\u00e7\u00f5es mais extremas, podendo at\u00e9 gerar problemas fiscais com a Receita Federal.<\/p>\n<p>De acordo com a legisla\u00e7\u00e3o vigente, a\u00a0apura\u00e7\u00e3o dos impostos e a <a href=\"http:\/\/portal.blbbrasilescoladenegocios.com.br\/regras-sobre-adocao-de-novos-criterios-contabeis-e-tributarios-sao-regulamentadas\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" class=\"broken_link\"><strong>ado\u00e7\u00e3o dos crit\u00e9rios tribut\u00e1rios<\/strong><\/a> pode ser feita por tr\u00eas regimes, todos com suas vantagens e desvantagens:<\/p>\n<h4><strong>1. Lucro Real<\/strong><\/h4>\n<p>O Lucro Real traz o c\u00e1lculo exato de quanto sua empresa ganhou ao longo do ano, descontando-se as despesas. Ou seja, para se apurar quanto dever\u00e1 ser pago em impostos, a empresa precisa saber exatamente qual foi o seu lucro, para us\u00e1-lo como a base de c\u00e1lculo do Imposto de Renda (IR) e da Contribui\u00e7\u00e3o Social sobre o Lucro L\u00edquido (CSLL), apurados pela pessoa jur\u00eddica e acrescido de ajustes (positivos e negativos) requeridos pela legisla\u00e7\u00e3o fiscal.<\/p>\n<p>No Lucro Real, o Programa de Integra\u00e7\u00e3o Social (PIS) e a Contribui\u00e7\u00e3o para Financiamento da Seguridade Social (COFINS) s\u00e3o determinados por meio do regime n\u00e3o cumulativo. Ou seja, podem ser creditados os valores das aquisi\u00e7\u00f5es realizadas para compensa\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria, de acordo com os par\u00e2metros legais. H\u00e1 algumas exce\u00e7\u00e3o de atividades que mesmo optantes pelo Lucro Real sujeitam-se ao regime cumulativo do PIS e da COFINS, nos termos da legisla\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<h4><strong>2. Lucro Presumido<\/strong><\/h4>\n<p>No Lucro Presumido\u00a0realiza-se uma tributa\u00e7\u00e3o mais simplificada. Em linhas gerais, esse tipo de regime se baseia em lucro \u201cestimado\u201d a partir de padr\u00f5es percentuais aplicados sobre a receita da empresa para realizar sua tributa\u00e7\u00e3o. Por isso, por n\u00e3o se tratar do lucro cont\u00e1bil efetivo, mas sim por uma mera aproxima\u00e7\u00e3o fiscal, ele \u00e9 denominado de presumido.<\/p>\n<p>As empresas optantes pelo Lucro Presumido n\u00e3o podem aproveitar os cr\u00e9ditos gerados por PIS\u00a0e\u00a0COFINS, por n\u00e3o se enquadrarem no sistema n\u00e3o cumulativo. Por\u00e9m elas t\u00eam a vantagem de poder\u00a0recolher ambas as contribui\u00e7\u00f5es com al\u00edquotas mais baixas do que aquelas do Lucro Real.<\/p>\n<h4><strong>3. Simples Nacional<\/strong><\/h4>\n<p>No regime tribut\u00e1rio Simples Nacional, c\u00e1lculo e recolhimento de tributos (IR, CSLL, PIS, COFINS e outros) s\u00e3o simplificados e mais f\u00e1ceis de pagar. Por\u00e9m, nem todas as pessoas jur\u00eddicas podem optar pelo Simples, pois ele \u00e9 um sistema especial dedicado a beneficiar apenas as micro e pequenas empresas. Apenas podem participar desse regime empresas que faturem menos que R$ 3.600.000 por ano at\u00e9 31 de dezembro de 2017 e menos que R$ 4.800.000 a partir de 2018.<\/p>\n<h3><strong>Regimes cont\u00e1beis<\/strong><\/h3>\n<p>Regimes cont\u00e1beis s\u00e3o os crit\u00e9rios adotados para o registro do valor das despesas e receitas da entidade, para serem apurados em um determinado per\u00edodo cont\u00e1bil. S\u00e3o tr\u00eas os regimes cont\u00e1beis existentes<\/p>\n<p><strong>Regime de caixa<\/strong>: quando se registra a movimenta\u00e7\u00e3o pelas datas exatas de recebimento do ativo e pagamento das transa\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p><strong>Regime de compet\u00eancia<\/strong>: quando se apura a transa\u00e7\u00e3o pela data em que a movimenta\u00e7\u00e3o foi gerada, independentemente se seu pagamento ou recebimento j\u00e1 foi efetivamente realizado.<\/p>\n<p><strong>Regime misto: <\/strong>utiliza do regime de compet\u00eancia para registrar suas contas com despesas e do regime de caixa para contabilizar as receitas para apura\u00e7\u00e3o do resultado.<\/p>\n<p>Com o alinhamento da legisla\u00e7\u00e3o brasileira \u00e0s\u00a0<a href=\"http:\/\/portal.blbbrasilescoladenegocios.com.br\/ifrs-o-que-sao\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" class=\"broken_link\"><strong>Normas Internacionais de Contabilidade (IFRS)<\/strong><\/a>,\u00a0hoje em dia entende-se que tanto a receita quanto a despesa devem seguir sempre o regime de compet\u00eancia. J\u00e1 o regime misto \u00e9 o modelo adotado para o setor p\u00fablico brasileiro, por possibilitar a conserva\u00e7\u00e3o das receitas e a posterga\u00e7\u00e3o das despesas.<\/p>\n<h3><strong><a href=\"http:\/\/portal.blbbrasilescoladenegocios.com.br\/a-contabilidade-e-a-lingua-dos-negocios\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" class=\"broken_link\">A contabilidade \u00e9 a linguagem dos neg\u00f3cios<\/a><\/strong><\/h3>\n<p>\u00c9 principalmente por meio dela que s\u00e3o tra\u00e7adas metas, avaliados desempenhos e mensurados resultados dentro de um neg\u00f3cio.<\/p>\n<p>Por isso, conhecer bem os recursos que guia b\u00e1sico de contabilidade para n\u00e3o contadores oferece beneficia a vida de qualquer profissional, facilitando sua tomada de decis\u00f5es sobre investimentos, desenvolvimento de produtos, campanhas de vendas e diversas outras a\u00e7\u00f5es que ajudam a alavancar uma empresa.<\/p>\n<p>Nos dias atuais, quando\u00a0se faz cada vez mais necess\u00e1rio o constante aperfei\u00e7oamento para\u00a0enfrentar a concorr\u00eancia do mercado, o <a href=\"http:\/\/portal.blbbrasilescoladenegocios.com.br\/reciclagem-de-conhecimento\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" class=\"broken_link\"><strong>bom profissional tem sempre que se qualificar<\/strong><\/a> e compreender n\u00e3o s\u00f3 sobre sua \u00e1rea de atua\u00e7\u00e3o, mas sim de todo o neg\u00f3cio da empresa. Por isso, entender mais sobre contabilidade com o guia b\u00e1sico de contabilidade para n\u00e3o contadores\u00a0\u00e9 essencial, n\u00e3o s\u00f3 para quem trabalha diretamente na \u00e1rea, mas sim por todos\u00a0os profissionais envolvidos no neg\u00f3cio.<\/p>\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A contabilidade \u00e9 um elemento fundamental na atividade econ\u00f4mica. Em uma economia moderna e complexa como a dos dias de hoje, temos sempre que escolher entre as melhores alternativas. Para isso, criamos um guia b\u00e1sico de contabilidade para n\u00e3o contadores.<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":9892,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"om_disable_all_campaigns":false,"spay_email":""},"categories":[2,716,39,40,705,704],"tags":[126,3,130],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v16.9 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Contabilidade para n\u00e3o contadores: veja este guia b\u00e1sico!<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Mostramos e detalhamos as pr\u00e1ticas mais comuns da contabilidade para n\u00e3o contadores e como avaliar a situa\u00e7\u00e3o financeira de uma empresa.\" \/>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/blbescoladenegocios.com.br\/blog\/guia-basico-de-contabilidade\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Contabilidade para n\u00e3o contadores: veja este guia b\u00e1sico!\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Mostramos e detalhamos as pr\u00e1ticas mais comuns da contabilidade para n\u00e3o contadores e como avaliar a situa\u00e7\u00e3o financeira de uma empresa.\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/blbescoladenegocios.com.br\/blog\/guia-basico-de-contabilidade\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"BLB Blog\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2016-05-31T03:00:00+00:00\" \/>\n<meta property=\"article:modified_time\" content=\"2024-06-13T14:57:08+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"http:\/\/blbescoladenegocios.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/Guia_b\u00e1sico_de_contabilidade_para_n\u00e3o_contadores.jpg-e1486397497792.jpeg\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:width\" content=\"600\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:height\" content=\"400\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Written by\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"Grupo BLB\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. reading time\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"15 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\/\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\/\/blbescoladenegocios.com.br\/blog\/#website\",\"url\":\"https:\/\/blbescoladenegocios.com.br\/blog\/\",\"name\":\"BLB Blog\",\"description\":\"\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\/\/blbescoladenegocios.com.br\/blog\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":\"required name=search_term_string\"}],\"inLanguage\":\"pt-BR\"},{\"@type\":\"ImageObject\",\"@id\":\"https:\/\/blbescoladenegocios.com.br\/blog\/guia-basico-de-contabilidade\/#primaryimage\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"url\":\"https:\/\/i0.wp.com\/blbescoladenegocios.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/Guia_b\\u00e1sico_de_contabilidade_para_n\\u00e3o_contadores.jpg-e1486397497792.jpeg?fit=600%2C400&ssl=1\",\"contentUrl\":\"https:\/\/i0.wp.com\/blbescoladenegocios.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/Guia_b\\u00e1sico_de_contabilidade_para_n\\u00e3o_contadores.jpg-e1486397497792.jpeg?fit=600%2C400&ssl=1\",\"width\":600,\"height\":400,\"caption\":\"Guia b\\u00e1sico de contabilidade\"},{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\/\/blbescoladenegocios.com.br\/blog\/guia-basico-de-contabilidade\/#webpage\",\"url\":\"https:\/\/blbescoladenegocios.com.br\/blog\/guia-basico-de-contabilidade\/\",\"name\":\"Contabilidade para n\\u00e3o contadores: veja este guia b\\u00e1sico!\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/blbescoladenegocios.com.br\/blog\/#website\"},\"primaryImageOfPage\":{\"@id\":\"https:\/\/blbescoladenegocios.com.br\/blog\/guia-basico-de-contabilidade\/#primaryimage\"},\"datePublished\":\"2016-05-31T03:00:00+00:00\",\"dateModified\":\"2024-06-13T14:57:08+00:00\",\"author\":{\"@id\":\"https:\/\/blbescoladenegocios.com.br\/blog\/#\/schema\/person\/0f726650fc88a2b0090b93d83ef26b6a\"},\"description\":\"Mostramos e detalhamos as pr\\u00e1ticas mais comuns da contabilidade para n\\u00e3o contadores e como avaliar a situa\\u00e7\\u00e3o financeira de uma empresa.\",\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\/\/blbescoladenegocios.com.br\/blog\/guia-basico-de-contabilidade\/#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\/\/blbescoladenegocios.com.br\/blog\/guia-basico-de-contabilidade\/\"]}]},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\/\/blbescoladenegocios.com.br\/blog\/guia-basico-de-contabilidade\/#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"In\\u00edcio\",\"item\":\"https:\/\/blbescoladenegocios.com.br\/blog\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"Guia b\\u00e1sico de contabilidade para n\\u00e3o contadores\"}]},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\/\/blbescoladenegocios.com.br\/blog\/#\/schema\/person\/0f726650fc88a2b0090b93d83ef26b6a\",\"name\":\"Grupo BLB\",\"image\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"@id\":\"https:\/\/blbescoladenegocios.com.br\/blog\/#personlogo\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"url\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/c39324242025e13ddf769a9fc2b6bb94?s=96&d=mm&r=g\",\"contentUrl\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/c39324242025e13ddf769a9fc2b6bb94?s=96&d=mm&r=g\",\"caption\":\"Grupo BLB\"},\"url\":\"https:\/\/blbescoladenegocios.com.br\/blog\/author\/blbbr\/\"}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"Contabilidade para n\u00e3o contadores: veja este guia b\u00e1sico!","description":"Mostramos e detalhamos as pr\u00e1ticas mais comuns da contabilidade para n\u00e3o contadores e como avaliar a situa\u00e7\u00e3o financeira de uma empresa.","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"https:\/\/blbescoladenegocios.com.br\/blog\/guia-basico-de-contabilidade\/","og_locale":"pt_BR","og_type":"article","og_title":"Contabilidade para n\u00e3o contadores: veja este guia b\u00e1sico!","og_description":"Mostramos e detalhamos as pr\u00e1ticas mais comuns da contabilidade para n\u00e3o contadores e como avaliar a situa\u00e7\u00e3o financeira de uma empresa.","og_url":"https:\/\/blbescoladenegocios.com.br\/blog\/guia-basico-de-contabilidade\/","og_site_name":"BLB Blog","article_published_time":"2016-05-31T03:00:00+00:00","article_modified_time":"2024-06-13T14:57:08+00:00","og_image":[{"width":600,"height":400,"url":"http:\/\/blbescoladenegocios.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/Guia_b\u00e1sico_de_contabilidade_para_n\u00e3o_contadores.jpg-e1486397497792.jpeg","path":"\/srv\/www\/htdocs\/blbescoladenegocios.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/Guia_b\u00e1sico_de_contabilidade_para_n\u00e3o_contadores.jpg-e1486397497792.jpeg","size":"full","id":9892,"alt":"Guia b\u00e1sico de contabilidade","pixels":240000,"type":"image\/jpeg"}],"twitter_card":"summary_large_image","twitter_misc":{"Written by":"Grupo BLB","Est. reading time":"15 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/blbescoladenegocios.com.br\/blog\/#website","url":"https:\/\/blbescoladenegocios.com.br\/blog\/","name":"BLB Blog","description":"","potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/blbescoladenegocios.com.br\/blog\/?s={search_term_string}"},"query-input":"required name=search_term_string"}],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"ImageObject","@id":"https:\/\/blbescoladenegocios.com.br\/blog\/guia-basico-de-contabilidade\/#primaryimage","inLanguage":"pt-BR","url":"https:\/\/i0.wp.com\/blbescoladenegocios.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/Guia_b\u00e1sico_de_contabilidade_para_n\u00e3o_contadores.jpg-e1486397497792.jpeg?fit=600%2C400&ssl=1","contentUrl":"https:\/\/i0.wp.com\/blbescoladenegocios.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/Guia_b\u00e1sico_de_contabilidade_para_n\u00e3o_contadores.jpg-e1486397497792.jpeg?fit=600%2C400&ssl=1","width":600,"height":400,"caption":"Guia b\u00e1sico de contabilidade"},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/blbescoladenegocios.com.br\/blog\/guia-basico-de-contabilidade\/#webpage","url":"https:\/\/blbescoladenegocios.com.br\/blog\/guia-basico-de-contabilidade\/","name":"Contabilidade para n\u00e3o contadores: veja este guia b\u00e1sico!","isPartOf":{"@id":"https:\/\/blbescoladenegocios.com.br\/blog\/#website"},"primaryImageOfPage":{"@id":"https:\/\/blbescoladenegocios.com.br\/blog\/guia-basico-de-contabilidade\/#primaryimage"},"datePublished":"2016-05-31T03:00:00+00:00","dateModified":"2024-06-13T14:57:08+00:00","author":{"@id":"https:\/\/blbescoladenegocios.com.br\/blog\/#\/schema\/person\/0f726650fc88a2b0090b93d83ef26b6a"},"description":"Mostramos e detalhamos as pr\u00e1ticas mais comuns da contabilidade para n\u00e3o contadores e como avaliar a situa\u00e7\u00e3o financeira de uma empresa.","breadcrumb":{"@id":"https:\/\/blbescoladenegocios.com.br\/blog\/guia-basico-de-contabilidade\/#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/blbescoladenegocios.com.br\/blog\/guia-basico-de-contabilidade\/"]}]},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/blbescoladenegocios.com.br\/blog\/guia-basico-de-contabilidade\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"In\u00edcio","item":"https:\/\/blbescoladenegocios.com.br\/blog\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"Guia b\u00e1sico de contabilidade para n\u00e3o contadores"}]},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/blbescoladenegocios.com.br\/blog\/#\/schema\/person\/0f726650fc88a2b0090b93d83ef26b6a","name":"Grupo BLB","image":{"@type":"ImageObject","@id":"https:\/\/blbescoladenegocios.com.br\/blog\/#personlogo","inLanguage":"pt-BR","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/c39324242025e13ddf769a9fc2b6bb94?s=96&d=mm&r=g","contentUrl":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/c39324242025e13ddf769a9fc2b6bb94?s=96&d=mm&r=g","caption":"Grupo BLB"},"url":"https:\/\/blbescoladenegocios.com.br\/blog\/author\/blbbr\/"}]}},"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/i0.wp.com\/blbescoladenegocios.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/Guia_b\u00e1sico_de_contabilidade_para_n\u00e3o_contadores.jpg-e1486397497792.jpeg?fit=600%2C400&ssl=1","fimg_url":"https:\/\/blbescoladenegocios.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/Guia_b\u00e1sico_de_contabilidade_para_n\u00e3o_contadores.jpg-e1486397497792.jpeg","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/blbescoladenegocios.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9891"}],"collection":[{"href":"https:\/\/blbescoladenegocios.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/blbescoladenegocios.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blbescoladenegocios.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blbescoladenegocios.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=9891"}],"version-history":[{"count":12,"href":"https:\/\/blbescoladenegocios.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9891\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":23626,"href":"https:\/\/blbescoladenegocios.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9891\/revisions\/23626"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blbescoladenegocios.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/9892"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/blbescoladenegocios.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=9891"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/blbescoladenegocios.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=9891"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/blbescoladenegocios.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=9891"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}