Se a sua empresa fosse investigada amanhã, o programa de integridade dela seria considerado efetivo — ou apenas existente no papel?
A Lei nº 12.846/2013 responsabiliza a empresa objetivamente por atos lesivos à administração pública, e o Decreto nº 11.129/2022 definiu os parâmetros pelos quais o programa de integridade é avaliado: não basta ter política publicada, é preciso demonstrar aplicação efetiva, avaliação periódica de riscos e controles internos que funcionem. Um programa considerado meramente formal não reduz sanção — e a diferença entre os dois cenários se decide em documentos que alguém precisa ter construído antes da crise.
O mercado não busca mais apenas quem sabe o que é governança, risco e compliance. Busca quem consegue implantar a estrutura, mapear os riscos do negócio e provar que os controles operam. É esse profissional que ocupa as cadeiras de conselho, comitê de auditoria e controles internos — e é essa competência que transforma GRC de custo em proteção real do negócio.
Você já tem respostas para perguntas como estas?
- Como o problema de agência entre acionistas e gestores explica os mecanismos internos de governança que a sua empresa adota (ou deixa de adotar)?
- Qual é, na prática, o papel do Conselho de Administração e do Comitê de Auditoria — e onde termina a responsabilidade de cada um?
- Como estruturar a gestão de riscos pelo modelo ERM e pelos princípios da ISO 31000:2018?
- O que é o CSA – Control Self Assessment e como usá-lo para implementar a gestão de riscos sem inflar a estrutura?
- Como desenhar um compliance preventivo que interfira nos processos de decisão antes do problema, e não depois?
- Seus controles internos hoje seriam capazes de evidenciar efetividade diante de um órgão fiscalizador?
A boa notícia é que ainda há tempo para dominar a implementação de governança, riscos e compliance e assumir a construção dessa estrutura dentro da sua organização.
Neste curso EAD, com 12 horas de conteúdo, você aprenderá de forma prática, estruturada e aplicada como implantar os mecanismos de governança corporativa, avaliar e mitigar os riscos das rotinas do negócio e operar um sistema de gestão de compliance sustentado por controles internos.